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>> Acompanhe a nossa prestação de contasVocê já deve ter lido a matéria de capa da Sorria 21. "Aprendi a dizer adeus" contou a história de três personagens: Renata, Elizabeth e Daniela que, cada uma a sua maneira, deixaram para trás alguma fase da sua vida e aprenderam a conviver com o novo caminho que se abria no horizonte. Logo abaixo você vê o vídeo que desvenda os bastidores das fotos da matéria. Divirta-se!
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Escrito às 16h36 do dia 23 de setembro de 2011
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Na edição 21 da Sorria mostramos alguns esportes que eram realizados com a magia das cordas. Já publicamos um vídeo com as performances de Vinícius Gomes, no slackline (para ver o vídeo, clique aqui), e outro com as acrobacias realizadas pelo Grupo Pé de Mola (para ver o vídeo, clique aqui). Confira agora mais um making of com a arte do iô-iô pelos dedos ágeis de Anselmo Gomes, mais um dos personagens da seção.
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Escrito às 14h35 do dia 15 de agosto de 2011
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Na edição 21 da Sorria mostramos alguns esportes que são realizados com o auxílio da corda. Já publicamos um vídeo sobre a revolução que o Grupo Pé de Mola fez com a conhecida brincadeira de criança: pular corda. Se você ainda não viu as performances do grupo, clique aqui. Confira agora mais um vídeo com o arquiteto Vinícius Gomes, desafiando as alturas no slackline.
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Escrito às 15h23 do dia 11 de agosto de 2011
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Impulsionar a corda e saltar. Fazê-la girar ao redor do corpo, em movimentos ritmados e precisos. Se fazer isso já não é fácil sem tropeçar, imagine pular dançando ou com uma bola nos pés! Essa é a proposta do grupo paulistano Pé de Mola, desde 2008. Eles praticam uma modalidade chamada rope skipping, nome desse jeito de pular corda entre coreografias e rodopios.
A ideia de criar uma turma para o esporte surgiu quando Rui Coelho, de 34 anos, e Willians Oliveira, de 30 anos, viram a apresentação de um grupo belga com as cordas na Unicamp, em Campinas (SP). A proposta era deixar os alunos inventar seu próprio estilo, em grupos e individualmente. “Resolvemos incrementar a atividade entre nós”, explica Rui. Foi aí que a dupla de professores de educação física se juntou a cinco amigos da faculdade para buscar notícias e vídeos na internet sobre os campeonatos da Europa, da África e da Ásia. Descobriram que há modalidades com cordas duplas, triplas, com coreografias e embaixadinhas. Hoje, eles ensinam o que aprenderam nas aulas das escolas públicas e particulares onde lecionam e também em apresentações gratuitas nos parques da capital paulista.
Além de ser divertido e manter a forma, Rui conta que pular corda é um esporte livre e inclusivo. “É um exercício democrático, barato e sem restrições”, diz. No Pé de Mola há puladores de todas as idades: a filha do Rui, Ana, de quatro anos, já pula a corda dupla. E o aluno Gabriel, de 13 anos, é deficiente visual e virou especialista nos saltos. Sem contar que ver o pessoal pulando corda é um show à parte. Confira o vídeo!
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Escrito às 14h44 do dia 02 de agosto de 2011
Na seção Movimentar da Sorria 20 mostramos que, apesar da sujeira - ou principalmente por causa dela - esportes com lama podem ser ótimas maneiras para se divertir.
Uma das histórias que apresentamos foi protagonizada pelo professor de espanhol Arnaldo Farias que, admitiu, adora pedalar na chuva. E como chuva e barro tem tudo a ver, ele não se incomodou com o fato de ter que se sujar. Pôs o pé na lama, literalmente, e passou a praticar o hobby também no meio do barro. Curtiu a ideia? Então você vai adorar ainda mais o making of que preparamos, mostrando como o professor Arnaldo se aventura montado em sua fiel escudeira, a magrela Florisbela!
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• Para outras aventuras do professor Arnaldo, confira o blog http://www.professorarnaldomtb.com.br/
• Confira aqui as fotos que fizemos das Olimpíadas da Lama.
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Escrito às 18h41 do dia 12 de julho de 2011
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Na Sorria 20 adotamos a conversa como tema principal da edição. Na matéria de capa, "No fio do diálogo", contamos as histórias de seis personagens que usaram essa palavrinha como chave para solucionar algumas situações complicadas em suas vidas.
Durante a seção de fotos da reportagem, fizemos mais algumas perguntas para três dos entrevistados: os colegas de trabalho Wagner Amado e Vítor Takenaka, que viviam às turras e hoje são amigos, e Edith Modesto, que após superar o susto de descobrir que seu filho era gay, criou o Grupo de Pais de Homossexuais. Quer ver o que eles disseram? Confira no vídeo abaixo!
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Escrito às 14h54 do dia 28 de junho de 2011
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Quem adorou a capa da nova Sorria, com a nossa estrela da vez, a pequena Maria Victoria, não pode perder essa oportunidade. A foto, que ilustra o tema da edição, "conversa", teve, como sempre, uma baita produção para acontecer. Está curioso para saber como o clique foi feito? Então confira o making of, produzido pela nossa videomaker Carina Barros.
Escrito às 16h34 do dia 14 de junho de 2011
Na seção Brincar da edição 20 da Sorria ensinamos a fazer desenho animado em casa, usando apenas um bloquinho, caneta e imaginação. Se você ficou com alguma dúvida, não se preocupe: elaboramos um vídeo explicando direitinho como montar sua própria animação.
De quebra, você ainda confere dois exemplos de produções desse tipo, criadas pela nossa equipe de arte: o editor Fabio Otubo e o estagiário Ricardo Sukys. Para ver como ficou o resultado é só dar o play no vídeo abaixo – e se inspirar a fazer seu próprio desenho ganhar vida!
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• Confira aqui uma lista de flipbooks que preparamos para você se inspirar!
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Escrito às 16h00 do dia 07 de junho de 2011
Um bosque de espinhos. Essa foi a ideia que tivemos para construir os cenários das fotos que ilustram a seção Amar da Sorria 20, que acaba de chegar às lojas. É uma referência às conversas espinhosas que certas vezes surgem em nossas vidas. Por medo e insegurança, muitas vezes queremos fugir delas. Mas, ao enfrentá-las, podemos transformar o que era ameaça em alívio. Fazer das farpas um jardim.
Teorias à parte, produzir os cliques foi uma grande diversão. Para isso, contamos com o talento do cenógrafo Rafael Blas, que usou seus truques para criar uma floresta em pleno estúdio. Quer ver os bastidores da sessão? Confira no vídeo abaixo!
Escrito às 17h51 do dia 06 de junho de 2011
Na seção Cuidar da Sorria 20, nossa estagiária de texto Juliana Dias se aventurou pelas ruas de São Paulo a fim de verificar se os centros urbanos são acessíveis para as pessoas que possuem alguma dificuldade de locomoção. Para isso, ela se passou por cega, cadeirante, usuária de muletas e de mãe – empurrando um carrinho de bebê. Confira abaixo o making of de cada uma das situações em que nossa voluntária foi posta à prova durante a produção da reportagem.
Na primeira tarefa, Juliana tem de andar com os olhos vendados, usando uma bengala. Quem a ajudou foi o deficiente visual Josias da Silva Neto.
Aqui, nossa aventureira sente na pele como é andar pela cidade dependendo de muletas. Desta vez, ela vai acompanhada do deficiente físico Naldo Rodrigues.
Nessa terceira parte, acompanhada por Miguel Ferraz, Juliana enfrenta a dificuldade que é andar de cadeira de rodas pela metrópole.
Na última etapa da matéria, nossa repórter passeia pela capital paulista acompanhada de Adriana Campos e de seu bebê, Alexandre, que só anda com carrinho.
Escrito às 15h19 do dia 06 de junho de 2011
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