Droga Raia

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BLOG DA REDAÇÃO

Da redação

“O mais importante da vida é ter saúde. Todos os outros problemas são pequenos, não valem o desgaste”.
Camila Akutsu, 29 anos, São Paulo, SP

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Escrito às 16h29 do dia 14 de dezembro de 2009

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Da redação
Margem de manobra

“Aprendi (ou melhor, estou aprendendo sempre) que um cavalo árabe é o mais astuto, pois se afasta dos demais cavalos frísios, tendo assim mais espaço para desviar rumo ao atalho.”
Bruno Moreschi, 27 anos, São Paulo, SP

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Escrito às 17h05 do dia 30 de novembro de 2009

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“Aprendi a fazer a barba na semana passada. Passei a gilete e… zap… três pelinhos sumiram. Quando eu for tão barbudo quanto papai, será muito útil.”
Leandro Ramos, 13 anos, Mococa, SP

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Escrito às 17h21 do dia 24 de novembro de 2009

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Da redação

“Com a internet, eu aprendi que mais fácil do que ficar perguntando é procurar direto no Google.”
Deivison Elias, 28 anos, Santa Maria, RS

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Escrito às 17h29 do dia 09 de novembro de 2009

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Da redação

“Aprendi a ver com o coração. Despertar para a evidência de que cada amanhecer é diferente; cada pessoa é única; uma chuvinha que cai refresca; uma roda de samba faz dançar também a alma; um colo de mãe é insubstituível. São tantos os sinais de beleza no dia-adia… A vida é linda, é só saber enxergar.”
Lina Lisbôa da Silva, 64 anos, Belo Horizonte, MG

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Escrito às 17h38 do dia 03 de novembro de 2009

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“Desde criança, aprendi a valorizar as pessoas que me são caras, como minha mãe Maria Helena, que criou a mim e a meus dois irmãos com muitas dificuldades. Às vezes, quando existe amor, a dificuldade une mais as pessoas. Perdemos o meu irmão mais velho, Augusto, e, com isso, também se foi um pedaço dela. As doenças começaram a aparecer e, de filha, passei a mãe. Ela acabou ficando totalmente dependente de mim, física, mental e emocionalmente. Não pensem que isso é uma reclamação, é apenas um processo do aprendizado que passei com ela, que me trouxe muita tristeza, por vê-la assim, mas também muito mais proximidade. Ela faleceu em 13 de maio de 2009, aos 85 anos. Uma pessoa, para me confortar, disse: “Ela descansou, e você também”. Respondi o que a experiência me ensinou: ela não me cansa, ela é minha mãe, e eu cuidaria dela pelo tempo que fosse necessário.”
Maria Helena Sarti, 48 anos, São Paulo, SP

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Escrito às 12h14 do dia 26 de outubro de 2009

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“Um cachorro é o melhor presente para uma criança. Aos 9 anos de idade, meus pais me deram um vira-lata sarnento. Foi o presente da minha vida. Sempre repito o gesto com meus primos menores.”
Thais Nicoletti, 29 anos, Curitiba, PR

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Escrito às 12h50 do dia 19 de outubro de 2009

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“Sem querer, um dia aprendi a fechar os olhos e reabri-los em seguida. Não é uma piscadela qualquer. Quando volto a ver o mundo, obrigo-me a reparar nos pequenos detalhes. Agora, por exemplo, não vejo você, mas sua orelha grande que me lembra uma folha de orquídea.”
Klaus Salgado, 41 anos, Piracicaba, SP

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Escrito às 16h40 do dia 28 de setembro de 2009

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Texto: Da redação // Foto: Laura Sobenes

“Aos 14 anos, eu só era capaz de fazer planos imediatos, como bolar estratégias mirabolantes para driblar os nãos dos meus pais. Depois aprendi a dividir o futuro em curto, médio e longo prazo. Passei a usar uma agenda para organizar o dia a dia, consultar guias para programar o fim de semana e comprar livros e revistas para planejar as férias. Aos 20, conheci alguém que me inspirou a conceber os mais ousados planos: lugares incríveis para visitar, uma casa para dividir, pelo menos dois filhos para criar. Oito anos – e milhões de ótimas descobertas – depois, o relacionamento acabou. E foi então que aprendi como o hoje e o futuro que imaginamos estão relacionados: é a partir do que fazemos no cotidiano que alcançamos aquilo que queremos construir. Do contrário, sonhamos com algo que pode nunca chegar.”
Amanda Rahra, 28 anos, São Paulo, SP.

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Escrito às 17h32 do dia 21 de setembro de 2009

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“Aprendi que ser feliz não é uma constante. As tristezas da vida aparecem mesmo, fazer o quê? É preciso coragem pra mudar o que pode ser mudado, muita paciência pra aceitar o que não pode, e continuar tocando o barco, numa boa.”
Sofia Benini, 22 anos, São Paulo, SP

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Escrito às 18h02 do dia 14 de setembro de 2009

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