Especial Amar
Aprender a dizer adeus

Despedidas sempre tem algo para nos ensinar. É isso o que vemos nas histórias inspiradoras da Sorria 21. Com essa ideia em mente, saímos mais uma vez às ruas de São Paulo perguntando às pessoas o que elas aprenderam com as despedidas que tiveram que enfrentar ao longo da vida. Veja só no que deu...

Aprendi que temos que fazer o que está ao nosso alcance para agradar as pessoas queridas. São coisas simples, gestos pequenos, não precisa ser um presente. Pode ser um almoço lá em casa se for isso que minha sogra gostar. A gente não sabe o dia de amanhã e não custa nada deixá-las felizes com pequenos detalhes.
Cely Malheiro, 35 anos, São Paulo (SP).

A despedida da minha mãe foi um período longo, de doença e dor. Eu me preparei para a perda, mas, quando de fato aconteceu, percebi que não estava pronta. Parei para pensar até se queria mesmo que ela fosse, ou que ficasse aqui, mesmo sofrendo. Foi uma experiência dura, mas levei a frase acima para me acalentar. "Despedida ou até breve? Melhor pensar assim quando se trata de morte". Pensar que não é o fim tornou menos difícil a perda.
Carmen Silvia, 55 anos, São Paulo (SP).

Todas as minhas despedidas não foram dolorosas. Aqueles que tive que me despedir já não fazem falta, então guardo só as boas lembranças.
Janayna Gonçalves Rodrigues, 22 anos, São Paulo (SP).

Aprendi, me despedindo da infância, que devemos manter vivo o espírito jovem.
Carina Barros, 22 anos, São Paulo (SP).

Aprendemos a sentir saudades de quem está longe da gente! "Nós sentimos saudades do nosso primo Pedro que mora em Boston", tivemos que nos despedir dele, porque mudou de país.
Guilherme, 8 anos, e Alexandre Silva, 6 anos, São Paulo (SP).

Recentemente tive uma experiência de despedida. Fui morar no exterior por um tempo. No começo sofri muito, mas depois minha cabeça mudou. Voltei com a mente aberta e desapegada de tudo.
Lais Duo, 24 anos, São Paulo (SP).

Nunca me arrependi de nada do que fiz. Sigo sempre essa premissa de não esperar pelo dia de amanhã. A gente nunca sabe o que pode acontecer.
Giulio Lazaretti Christiansen, 24 anos, São Paulo (SP).
Escrito às 14h34 do dia 02 de agosto de 2011




















































