Droga Raia

Twitter Facebook Flickr Orkut Delicious RSS
dê uma nota para esta matéria:
Compartilhe:

Especial Amar

Aprender a dizer adeus

Reportagem: Tissiane Vicentin // Fotos: Carina Barros
AumentarDiminuir

Despedidas sempre tem algo para nos ensinar. É isso o que vemos nas histórias inspiradoras da Sorria 21. Com essa ideia em mente, saímos mais uma vez às ruas de São Paulo perguntando às pessoas o que elas aprenderam com as despedidas que tiveram que enfrentar ao longo da vida. Veja só no que deu...


Aprendi que temos que fazer o que está ao nosso alcance para agradar as pessoas queridas. São coisas simples, gestos pequenos, não precisa ser um presente. Pode ser um almoço lá em casa se for isso que minha sogra gostar. A gente não sabe o dia de amanhã e não custa nada deixá-las felizes com pequenos detalhes.
Cely Malheiro, 35 anos, São Paulo (SP).



A despedida da minha mãe foi um período longo, de doença e dor. Eu me preparei para a perda, mas, quando de fato aconteceu, percebi que não estava pronta. Parei para pensar até se queria mesmo que ela fosse, ou que ficasse aqui, mesmo sofrendo. Foi uma experiência dura, mas levei a frase acima para me acalentar. "Despedida ou até breve? Melhor pensar assim quando se trata de morte". Pensar que não é o fim tornou menos difícil a perda.
Carmen Silvia, 55 anos, São Paulo (SP).



Todas as minhas despedidas não foram dolorosas. Aqueles que tive que me despedir já não fazem falta, então guardo só as boas lembranças.
Janayna Gonçalves Rodrigues, 22 anos, São Paulo (SP).



Aprendi, me despedindo da infância, que devemos manter vivo o espírito jovem.
Carina Barros, 22 anos, São Paulo (SP).

 

Aprendemos a sentir saudades de quem está longe da gente! "Nós sentimos saudades do nosso primo Pedro que mora em Boston", tivemos que nos despedir dele, porque mudou de país.
Guilherme, 8 anos, e Alexandre Silva, 6 anos, São Paulo (SP).

 

Recentemente tive uma experiência de despedida. Fui morar no exterior por um tempo. No começo sofri muito, mas depois minha cabeça mudou. Voltei com a mente aberta e desapegada de tudo.
Lais Duo, 24 anos, São Paulo (SP).

 

Nunca me arrependi de nada do que fiz. Sigo sempre essa premissa de não esperar pelo dia de amanhã. A gente nunca sabe o que pode acontecer.
Giulio Lazaretti Christiansen, 24 anos, São Paulo (SP).

 


Escrito às 14h34 do dia 02 de agosto de 2011

dê uma nota para esta matéria:
Compartilhe:
Comentários:
Olá, sou a Amanda de São Paulo. Tenho 19 anos, e desde agosto de 2010 acompanho às edições da Sorria. Me encantei, é uma leitura muito gostosa. Com temas leves... Mas nenhuma matéria me tocou tanto quanto a "Deixa ir". Maravilhosa. Todas as histórias. Realmente, nos esquecemos, no dia-a-dia, que a perda é inevitável, e estamos despreparados para ela. Mas é uma fase da vida, assim como o nascer.

Obrigada, e um abraço a todos.
Amanda Louise
Parabéns pois "deixar ir" é um crescimento inevitável quando se trata da Vida e esta matéria tá lindíssima ! Sorria,pois deixar ir faz parte também da felicidade,mas só queremos o que tem garantia e de preferência aquelas mais extensas...
Sou a Lu Queiroga - 36anos e conheci a revista a um mês e já a amo. Parabéns a essa equipe mais que linda e criativa !
Lu Queiroga
Deixar ir é muito fácil falar, mas é muito difícil de se praticar. Mas aprende-se. Minha mãezinha assim, como da amiga acima, foi para outra dimensão em clima de amor, dor, e muito sofrimento, e por tudo isso, tive de aprender a me desprender de te-la ao meu lado, sofrendo, e preferi também como a amiga acima, acreditar, que de alguma maneira ela ainda continua ao meu lado, mas viajando em outro pais. Um abraço.
Maria Helena Sampaio Sarti
Todos que fazem parte dessa revista estão de PARABENS! Essa nova edição da sorria (21°) esta muito interessante, gostei de todas as paginas, mas uma que me chamou mais a atenção foi no tema: "Aprendi a dizer Adeus", a historia que mais me emocionou foi a de "Renata" com a perda de sua mãe, cheguei até chorar com a historia dela...ela foi muito gerreira em estar ali do lado da mãe só esperando a morte chegar...não sei se eu teria a mesma coragem, pois não sei viver sem minha mãe, apesar de saber que um dia todos nos vamos embora. Gostei muito da historia, Parabens pelo texto de RITA LOIOLA.
Sou uma das funcionarias da Raia de Mogi Guaçu interior de São Paulo, gosto muito em estar participando dessa campanha da Sorria.
Jaqueline Marcela Querubin Dias
Todo mês vou a Droga Raia buscar meu remédio de rotina, me encanto com a Revista Sorria, leio todinha no percurso para casa e me divirto, às vezes até rindo sozinha dentro do ônibus. Ela também é meu remédio e de todos lá em casa. Parabéns pelo trabalho. Aprecio muito... Sucessos....
Tamires Leal
Não conhecia a revista e a vi na semana retrasada, mas não comprei pois já tinha pago a compra da fármacia. Mas ficaram em minha mente a chamada da capa - Deixa ir - e o símbolo do GRAACC. Na semana seguinte uma amiga me trouxe a revista, porque vamos trabalhar num grupo operativo alguns temas e esse seria um tema relevante. Ao ler a reportagem revejo uma época de minha vida, a qual participei das discussões para a criação e inauguração ("a duras penas") da hospedaria. Saber que Dra. Dalva ainda está a frente dessa casa e que Renata (personagem da reportagem) pode usufruir desse trabalho maravilhoso, com tanta emoção e plenitude me fez reavivar a crença de que devemos lutar pelo que se acredita para que experiências e resultados como esse sejam possíveis. Parabéns ao HSPM e a Hospedaria. Parabéns a vocês da revista que tiveram esse insight de falar sobre o "deixar ir". Fiz recentemente palestras sobre o Envelhecimento, Sucesso e Fracasso, Perdas e Ganhos, Resistência às Mudanças e o foco era o mesmo. Para algo novo surgir é necessário que algo se vá, para que adquiramos um novo olhar sobre os fatos é necessário que mudemos algo dentro de nós. Parabéns por oferecer às pessoas a oportunidade de fazer reflexões que permitam entender o erro e a perda como abertura de espaço para novas tentativas, isto é para o NOVO. A vida é feita de etapas...
Maria Cecilia Lago Vaiano
Envie seu comentário:
Nome (preenchimento obrigatório)
E-mail (preenchimento obrigatório, mas não será publicado)
Website
Realização:
Patrocínio:
Instituições beneficiadas:
Kimberly-Clark EMS
EDITORA MOL Rua Andrade Fernandes, 303, sala 3, Alto de Pinheiros, São Paulo / SP | Email: contato@revistasorria.com.br | Telefone: (11) 3024-2444
2009 - 2010 Editora Mol. Todos os direitos reservados