Droga Raia

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BLOG DA REDAÇÃO

Da redação
Nova Sorria já à venda!

O que nos leva a lutar com paixão pelo que acreditamos? Há uma palavrinha que define esse sentimento: Motivação, tema da nova Sorria, já à venda na rede de farmácias Droga Raia. Transformar a vida em uma experiência plena de sentido foi o desafio de nossos entrevistados da seção Crescer. Ana Paula, Eunice e Roberto nos mostram diferentes formas de viver essa energia que não nega desafios e é capaz de fazer cada dia valer a pena. 

A motivação também aparece na seção Amar, em depoimentos que contam o que leva dezenas de pessoas a levantar da cama, todos os dias. Na seção Conhecer, uma das mais conhecidas militantes em defesa dos consumidores conta como fazer valer nossos direitos – assunto que também aparece na seção Cuidar. Nossas repórteres Karina Sérgio Gomes e Rafaela Carvalho levaram a sério essa história de fazer valer o certo e passaram três semanas reclamando, no intuito de fazer alguma diferença.

Na seção Conviver, você descobre como resgatar os laços com seus vizinhos e, no Envolver, três pessoas que resolveram adotar uma praça pública ensinam como fazer isso na sua cidade. Na seção Educar, você confere algumas dicas de pessoas que adotaram a disciplina como modo de vida e, cada uma a seu jeito, mostraram que ser disciplinado não é um bicho de sete cabeças, como pode parecer.

Você ainda confere exemplos de como lidar com a difícil questão de saber o que falar no trabalho, aprende a fazer deliciosos pudins, na seção Comer e se inspira com as incríveis histórias dos super-atletas, na seção Movimentar.

Além disso, a Sorria traz também matérias encantadoras sobre o prazer de beber água, de receber e deixar heranças e, claro, mais duas histórias emocionantes de pessoas do GRAACC e do IAS que você ajuda quando compra a Sorria. Ufa! Não tem como não se motivar com tanta energia assim.

Não se esqueça de nos seguir no Facebook e no Twitter para sempre saber das novidades no nosso site! Ficou motivado? Então não hesite em nos escrever: contato@revistasorria.com.br

Boa leitura!

 


Escrito às 11h33 do dia 10 de abril de 2012

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Texto: Rita Loiola // Mayra Chiachia

Na seção Comer da Sorria 24, mostramos como uma festa de aniversário em casa pode ser a melhor oportunidade para fazer um encontro inesquecível. Se você quer saber mais sobre essa comemoração inspirada nos aniversários da infância, veja essas receitas e dicas que separamos para deixar os convidados com água na boca! Você tem um prato inesquecível de festa de aniversário? Deixe um comentário e conte para a gente qual a receita que você mais gostava nas comemorações de criança!
 

CANUDINHOS RECHEADOS

Ingredientes

• 1 pacote de canudinhos prontos
• 1/2 kg de batatas
• 2 cenouras
• 200g de azeitonas
• 100g de vagem
• 2 colheres (sopa) salsinha
• 250g de maionese

Modo de preparo

Descasque e pique as batatas e cenouras em cubos. Retire as fibras das vagens, pique e cozinhe em água salgada, junto com as batatas e cenouras. Escorra, espere esfriar e acrescente a salsinha e as azeitonas picadas. Misture bem, adicione a maionese e acrescente sal, se necessário. Coloque na geladeira por algumas horas. No momento de servir, recheie os canudinhos com essa maionese. Não recheie de um dia para o outro para a massa dos canudos permanecer crocante.

 

BRIGADEIRO

(Essa receita saiu na Edição 13, da Sorria. Clique aqui para ler a matéria e se deliciar com outras receitas além da de brigadeiro!)

Ingredientes

• 1 lata de leite condensado
• 1 colher (sopa) de manteiga
• 1 colher (sopa) de chocolate em pó
• chocolate ao leite em raspas para confeitar

Modo de preparo

Em uma panela, coloque todos ingredientes, exceto as raspas, e leve ao fogo baixo, mexendo sempre. Quando desgrudar do fundo da panela, apague o fogo e transfira para um recipiente untado. Depois de frio, unte as mãos com manteiga (de preferência sem sal) e molde os docinhos. Confeite com as raspas de chocolate.

Dica: Em vez de raspas de chocolate, você pode usar sementes de gergelim.

 

BALAS DE COCO

Hoje, as balas de coco já vêm prontas em supermercados e confeitarias. Para enfeitar a mesa e deixá-la mais doce, vá a lojas de festas e compre pacotes de papel crepom colorido com a ponta em franjas. Enrole cada balinha em uma folha de papel e distribua em pratos e travessas pela mesa.


Escrito às 11h20 do dia 12 de março de 2012

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 Texto: Da redação // Foto: Matt Francis  
Haja coragem!

Na seção Amar da Sorria 24 você conferiu um punhado de depoimentos sobre coragem. Leitores que tiveram algo ou alguém em suas vidas e que a transformaram de uma maneira única. Aqui você confere mais alguns relatos emocionantes de pessoas que tiveram a oportunidade de mudarem para melhor!
 
Conheci o Thiago, em 2003, e logo nos primeiros dias, ele disse que me amava. Achei estranho, pois ele tinha uma péssima fama de baladeiro e pessoa instável. Conhecendo a história dele, minha família foi contra nossa relação. Mesmo assim, ficamos juntos. Eu o encontrei escondida por quase um ano, até que um tio meu faleceu. Foi aí que minha família repensou seus valores e decidiu aceitar minha escolha. Casamos e, hoje, estou esperando nossa terceira filha. Fui contra tudo e contra todos por este amor e posso dizer que venci por acreditar que seria possível.
Andréa Cezário Morales, 31 anos, Taboão da Serra (SP)
 
Eu e um grupo de amigos queríamos construir novas formas de educar. Em 2010, tivemos a ideia de fazer centros de cultura e educação em prédios desativados, abandonados pela prefeitura de São Paulo e ocupados por pessoas sem moradia. Começamos em um edifício na Avenida São João e, como o trabalho é experimental, tivemos que lutar para ganhar a confiança dos moradores. Alguns achavam que estávamos nos aproveitando de sua situação. Nosso principal resultado é que hoje temos uma biblioteca onde dou aulas, faço atividades de arte e cultura com as crianças e, graças à ajuda financeira de um admirador do trabalho, tornei-me uma funcionária assalariada do lugar. Depois de dar a cara a tapa, construí relações que vão muito além do trabalho.
Fernanda Oliveira, 23 anos, São Paulo (SP)
 
Eu era funcionária pública, divorciada e com dois filhos pequenos quando larguei meu emprego fixo, em um cargo efetivo, para me arriscar em um negócio próprio. Por causa disso, também precisei mudar pra uma cidade maior. E deu certo! Valeu a pena. Voltei a estudar, terminei minha graduação e já emendei uma pós. Hoje, tenho que recusar alguns clientes por falta de tempo. Sempre digo que você precisa é começar. Se vai dar certo ou não, é uma outra história! Você precisa primeiro tentar. 
Janilde Maria Lenzi, 51 anos, Rio do Sul (SC)
 
Eu era funcionária dos Correios quando decidi fazer doces para incrementar a renda. Descobri um talento e uma paixão. Então resolvi largar meu emprego para me dedicar à empresa que montei. Eu acreditava que aliando minha arte à produtos de qualidade eu poderia realizar o meu sonho de viver dos doces. Mas as dificuldades para chegar ao público ou em lidar com a burocracia de uma empresa quase me levaram a desistir. Eu me perguntava por que lutava tanto. Depois de 22 anos, sou muito realizada e amo o meu trabalho. Cada vez que alguém elogia o sabor do que faço, me realizo ainda mais. Minha vida é um doce!”
Louzier Lessa, 47 anos, Cordeiro (RJ)
 
Sempre gostei de maquiagem, mas ser maquiadora nunca foi uma opção profissional e acabei me formando em comércio exterior. Trabalhei por cinco anos na área e um dia me vi insatisfeita e infeliz. Era fim de ano e umas amigas pediram que eu as maquiasse para uma festa. Foi quando uma delas disse que eu deveria largar tudo para viver disso. Meu chefe achou que eu estava maluca quando pedi demissão e decidi estudar maquiagem, em 2001. Hoje, sou maquiadora e sei que fiz a escolha certa.
Isabela Turcato, 34 anos, São Paulo (SP)
 
Há anos eu e um amigo não nos víamos e, um dia, ele veio me buscar para um passeio. Chegamos ao local: o teleférico. Tenho muito medo de altura. Subimos e, quando faltavam 10 minutos para terminar o trajeto da ida, a máquina resolveu parar. Confesso que tive vontade de me jogar, pois o desespero me tomou. Comecei a rezar e, assim, conter o medo, pois eu estava ao lado de uma criança. Precisei ter força e coragem para ir até o fim. Não via a hora de voltar para o chão, só pensava em terra, solo. Quando o passeio terminou, meu amigo disse: "Vamos fazer outro mais radical". Só de lembrar da imagem, meus batimentos cardíacos aceleram.
Neila B. Pereira, 49 anos, Santos (SP)
 
Ainda criança, talvez com uns 10 anos, eu vivia lendo dicionários de inglês e tentava decifrar palavras em músicas. Sempre quis aprender mais. Acabei me formando em Letras e queria tentar a sorte no exterior. Naquela época, conseguir bolsa de estudos e fazer intercâmbios era quase um milagre. Mandei cartas, mas nunca deu em nada. Minha família nunca teve como bancar esse sonho, que só realizei quando passei por um divórcio, quase aos 30 anos. Duas semanas após minha separação, sem planejar muito e sem muito dinheiro também, arrumei duas malas e cheguei a Miami. Foram momentos difíceis de solidão e tristeza, mas, 20 anos depois, vejo que essa experiência me ensinou a ser mais humilde, a ter mais perseverança e determinação. Aprendi a não julgar os outros pelas aparências e desenvolvi mais compaixão pelo mundo. Um sonho realizado não quer dizer viver um mar-de-rosas. É apenas um trajeto, cheio de desafios e momentos felizes. Como aquele ditado "aquilo que não te mata o fortalece". 
Eliana Guassi, 50 anos, Charlotte, Carolina do Norte (EUA)
 
Sempre tive pavor de andar de moto. E tudo piorou quando eu tinha 15 anos e fui atropelada por uma. E por travessura do destino, fui ter um namorado apaixonado pelo veículo. Uma vez, ele foi me buscar em uma aula de dança. Demorou para ele me convencer colocar o capacete e subir na garupa. Engoli o medo e subi na moto. Mais do que superar o temor, andar com ele cruzando com os carros foi uma prova de amor e confiança. Hoje, não estamos mais juntos, e nunca mais andei (e nem pretendo) andar de moto novamente.
Sheila Machado, 27. São Paulo, SP.
 
Conheci o Antonio em 2005, numa viagem a Portugal. Quando voltei para São Paulo, percebi que estava apaixonada. Sete meses depois, encarei o desafio e me mudei para lá, motivada e convicta do que sentia. Precisei lidar com o desconforto de amigos que começaram a me tratar com frieza, pessoas que se sentiram preteridas por eu ter escolhido ir embora do Brasil. Hoje, nós temos um filho de 1 ano. E em Portugal, tenho que lidar constantemente com o choque de cultura, de formação, de moral... mas sei que apesar de todas as dúvidas e da saudade tudo valeu a pena. É o meu percurso de vida! E mesmo depois de cinco anos e meio, ainda nos surpreendemos muito um com o outro diariamente.
Betina Ruiz, 37 anos, Amarante, Portugal
 
Tenho muito medo de altura. Mesmo assim, há seis anos, viajei para uma cidade chamada Pucón, no Chile, para escalar um vulcão ativo. O cume ficava a mais de 3 mil metros de altitude e eu enfrentei uma temperatura de 20 graus abaixo de zero. A caminhada também era muito íngreme e a escalada era totalmente vertical. Infelizmente, um acidente impediu que eu chegasse até o final, mas eu ainda quero voltar para ver a lava do topo do vulcão. Acho que nunca senti tanto medo na minha vida, mas não consigo ver isso como algo negativo. Para mim, o medo é uma relação com o desconhecido, que me ensina a lidar com as situações mais extremas da vida. Graças a ele, aprendo que mesmo que todas as coisas estejam dando errado, precisamos criar uma maneira de fazer tudo dar certo outra vez.
Fernando Siqueira, 35 anos, São Paulo (SP)
 
Desde pequena, eu gostava de desenhar, mas meu pai vivia dizendo que isso não dava dinheiro. Aos 15 anos, ele me colocou pra trabalhar em um escritório de advocacia. Quando chegou a época do vestibular, toda a minha família queria que eu fizesse o curso de direito. Acabei prestando vestibular na área mas, na hora da prova, assim que terminei a redação, rabisquei o todo o texto. Porque, se eu passasse, teria que cursar. No ano seguinte, fiz vestibular para arquitetura e passei. Ainda no primeiro consegui um estagio na prefeitura, que financiava minha faculdade. Meu pai sempre diz que estou estudando pra ser pedreira, e eu sempre respondo que serei uma pedreira feliz.
Eduarda Ribeiro Paulino, 19 anos, Franca (SP).
 
Ao terminar o ensino médio, meu sonho era fazer o curso de serviço social. Mas, a época era de ditadura militar, e o meu pai achava que era melhor evitar esse curso revolucionário. Arquivei meu desejo, o tempo passou, casei, tive três filhos, quando, certo dia, passando por uma rua perto de minha casa vi uma universidade. Entrei no prédio e, na mesma hora, me inscrevi em serviço social. Saí dali com a maior felicidade, meu sonho antigo iria finalmente se realizar! Em quatro anos me formei e, hoje, sou assistente social de uma instituição filantrópica. Descobri que sonhos existem e que precisamos de coragem para cutucá-los e realizá-los. Quero doar todo o amor que tenho para estar próximo à aqueles que precisam do calor humano, da escuta, da dignidade, enfim de uma vida justa.
Miriam Cristina Pinal Sobral Botelho, 51 anos, Belo Horizonte (MG)
 
Em maio de 2011 recebi um aviso da rede social Facebook comunicando que eu havia postado uma foto contra as regras de segurança do site. Imagine a minha surpresa ao ver que, na foto, eu estava amamentando meu filho. Na mesma época, uma mulher em São Paulo foi impedida de amamentar em um centro cultural. O motivo? Não é permitido se alimentar no local das exposições. Para protestar, decidimos promover o mamaço, um movimento que gerou encontros em 12 cidades brasileiras com mulheres amamentando em público. A atitude gerou repercussão e, até hoje, nossa coragem em expor o momento da amamentação incentiva a discussão do assunto. Espero que chegue o dia em que estranho seja ver uma criança tomando mamadeira.
Kalu Brum, 32 anos, Belo Horizonte (MG)
 
Acredito que meu ato de coragem foi acreditar em mim. Para meus pais, trabalhar dança não me daria futuro algum. Com o tempo, fui provando o contrário e hoje sou formada em Educação Física, estou fazendo pós graduação em dança e há dois meses inaugurei minha escola de dança! Detalhe: Com total ajuda e apoio da família! Amo o que eu faço, estou muito feliz seguindo meu sonho - que agora tornou-se nosso!
Beatriz Ruberti, 23 anos, Sorocaba (SP)
 
 
 
 


Escrito às 16h09 do dia 13 de fevereiro de 2012

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Sorria 24 já à venda!

A edição que comemora o aniversário de quatro anos da Sorria está repleta de gente valente. Coragem, o tema escolhido para a capa, traz histórias de quem decidiu encarar o medo e lutar pelo que acredita.

Nessa reportagem, você vai ver como Márcia Silva arriscou sua vida para salvar o marido de um acidente de moto, enquanto Márcia Jacintho enfrentou o mundo para fazer justiça por seu filho. Marli Medeiros mudou de cidade, de bairro, de vida e deu a cara a tapa na hora  de combater a violência e construir uma vida melhor para sua região. Juntas, elas mostram que a coragem é o motor que leva a ir atrás do que acredita, apesar das dificuldades.

Em seguida, a seção Amar chega com depoimentos de quem driblou o impossível. Jogou-se no abismo, chutou o desânimo e fez o que ninguém acreditava. São atos de ousadia e heroísmo que mudaram vidas. 

E, se você gosta de alegria, há diversos textos com o tema. Na seção Conhecer, um médico de nariz vermelho e cara pintada conta de que forma é possível levar um sorriso a crianças internadas em hospitais de três capitais brasileiras. A seção Envolver ensina um jeito divertido de curtir o Carnaval: que tal montar seu próprio bloco de rua? E, na seção Cuidar, o repórter Alex Xavier conta como foi passar uma semana sendo o cara mais simpático da cidade.

Na seção Descobrir, há o prazer de caminhar buscando tesouros que só você é capaz de reconhecer, a delícia de assar um bolo e a felicidade das pequenas conquistas. E, para inspirar os leitores a promover encontros, a seção Envolver traz histórias de três pessoas que superam distâncias e compromissos apenas pelo prazer de juntar amigos e familiares. Ao longo da revista, você vê ainda o jeito de fazer os conteúdos escolares ganharem sentido fora da sala de aula, e como conhecer o histórico de saúde da sua família pode ser uma maneira de buscar o bem-estar. Na seção Trabalhar, veja quem são os novos aposentados, que usam a experiência para viver cada vez melhor e, na seção Movimentar, três pessoas mostram maneiras bem simples de se exercitar. Eles não usam uniformes ou equipamentos para buscar as próprias vitórias. 

E, como comemorar aniversário é sempre uma delícia, aprenda receitas para fazer uma bela festa à moda antiga, com doces e salgadinhos que lembram infância, na seção Comer. A seção Ajudar conta a história de duas garotas, ligadas às instituições que recebem o dinheiro da Sorria, e fazem aniversário junto conosco.

Tudo isso e muito mais já está te esperando na nova edição, vendida em todas as farmácias Droga Raia dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

Siga-nos e fique sempre por dentro das novidades divulgadas sempre nas redes sociais (Twitter, Facebook e Orkut) e aqui no site!


Escrito às 14h47 do dia 07 de fevereiro de 2012

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Texto: Jéssica Martineli // Imagem: Rennett Stowe

Contas de fim de ano, filas de compras, escolha de presentes e roteiros de viagens, festas de confraternização, planos para 2012... Tantas coisas - como também vimos na seção Proteger da edição 23 - só contribui para que os últimos meses do ano nos deixem ansiosos.

Mas não há o que temer. "A ansiedade é parte da vida. Todos nós já vivenciamos algum nível de ansiedade em determinadas situações e isso não é necessariamente uma patologia", explica Sâmia Simurro, psicóloga e mestre em neurociências e comportamento. "Só quando ela está excessiva e passa a comprometer as reações do dia a dia, é que pode levar a se desenvolver algum transtorno". E é nessa hora que os sintomas surgem: irritação, doenças e comprometimento dos relacionamentos e da qualidade vida.

Para saber se o seu nível de ansiedade está no limite, a psicóloga nos ajudou a preparar um teste.

 

Segura a ansiedade, pegue lápis e papel, e anote o número que melhor corresponda ao que você sente, sendo que:

0 = nunca

1 = um pouco

2 = moderado

3 = forte

 

1) Estou em um momento de mudanças pessoais difíceis em minha vida

     

2) Ando sem energia ultimamente

                                                                    

3) Tenho desafios importantes no meu trabalho que estão me preocupando

 

4) Sinto-me inquieto, tenso e apreensivo em relação ao futuro

                                 

5) Ando com dificuldades em dormir bem à noite e acordo cansado   

           

6) Ultimamente fico triste e choro com mais facilidade

                     

7) Estou menos tolerante e mais agressivo com as pessoas em geral 

        

8) Percebo que estou com mais dificuldade de concentração e de memória   

 

9) Tenho medo de perder o controle das coisas         

                                             

10) Ando confuso e com dificuldades de tomar decisões                                        

 

 

Quando terminar, some seus pontos e confira o resultado:

 

Se a soma dos pontos ficou entre 1 e 5

Livre, leve e solto

Parabéns! Você consegue lidar de forma equilibrada com as situações difíceis que surgem no dia a dia. Mantém o bom humor e possui uma visão positiva de si e do futuro. Nas dificuldades, possui bom autocontrole e age para a resolução adequada dos problemas.

 

Se pontuou de 6 a 10

Moderação é a melhor pedida

Se você está nesta faixa, precisa aprimorar seu autoconhecimento e suas formas de enfrentamento da ansiedade.  Evitar preocupações excessivas, minimizar a tensão e exercer melhor o autocontrole nas situações de conflito pode ser um bom caminho. Procure situações onde possa relaxar com mais frequência, aproveitando melhor os bons momentos e evitando alimentar em si sentimentos negativos em relação às diferentes situações da vida.

 

Se somou mais de 10 pontos 

Zona de risco

Nesta faixa de pontuação é importante uma reflexão sobre os diferentes aspectos de sua vida e suas formas de enfrentamento do stress diário. Um apoio de um profissional seria de grande importância e ajuda.


Escrito às 10h10 do dia 20 de dezembro de 2011

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Texto: Tissiane Vicentin // Foto: Rose Gomes



Na seção Comer da Sorria 23 contamos para você um pouquinho da história da tradicional farofa, personagem principal em muitas mesas natalinas. Para quem acha que Natal sem farofa, não é Natal, separamos mais uma porção de receitas deliciosas para você poder escolher a mais gostosa para a sua ceia. As farofas salgadas são dicas da Ana Luisa Trajano, chef do restaurante Brasil a Gosto. Confira!

FAROFA DE PUPUNHA

Ingredientes
• 600 g de farinha de milho amarela
• 250 g de palmito pupunha desfiado
• 80 g de cebola fatiada
• 150 g de manteiga
• Sal e pimenta a gosto


Modo de preparo
Em uma panela grande refogue na manteiga o palmito e a cebola, acrescente a farinha de milho amarela e abaixe o fogo. Mexa o tempo todo para não queimar no fundo. Acerte o sal, a pimenta e desligue o fogo. Sirva quente.


FAROFA DE BANANA

Ingredientes

• 250 g de farinha de mandioca
• 150 g de banana da terra
• 70 g de cebola picada
• 20 g de alho
• 100 g de manteiga
• 50 g de cebolinha fatiada
• Sal e pimenta a gosto




Modo de preparo


Em uma frigideira grande refogue na manteiga a cebola e o alho. Pique a banana em pequenos cubos e acrescente junto ao refogado. Misture bem e coloque a farinha. Abaixe o fogo e deixe a farinha cozinhar levemente, tostando por 20 minutos. Acerte o sal, a pimenta e misture a cebolinha.

 

FAROFA DE FEIJÃO VERDE

Ingredientes

 


• 250 g de farinha de milho amarela
• 150 g de feijão verde cozido
• 100 g de bacon picado
• 70 g de cebola picada
• 20 g de alho
• 50 g de cebolinha fatiada
• 100 g de tomate picado
• 100 g de banha suína
• Sal e pimenta a gosto




Modo de preparo


Em uma frigideira refogue a banha, a cebola e o alho. Acrescente o torresmo e o feijão, misturando bem. Acrescente a farinha de milho e deixe o fogo baixo por 25 minutos. Desligue o fogo e coloque o tomate picado e a cebolinha. Tempere com sal e pimenta.

 

FAROFA DE MÃE

Ingredientes
• 250 g de farinha de mandioca
• 80 g de cebola picada
• 20 g de alho
• 50 g de manteiga
• 60 ml de azeite
• Sal e pimenta a gosto


Modo de preparo
Em uma frigideira quente coloque a manteiga, o azeite, a cebola e alho picado. Abaixe o fogo e acrescente a farinha de mandioca, mexendo continuamente até que fique crocante. Tempere com sal e pimenta e sirva.

 

 

Para quem quer uma opção de farofa doce, experimente fazer a nossa receita de Kuchen (pronuncia-se kurren) - palavra que, em alemão, significa "bolo". Aqui, a técnica foi adaptada e o doce é conhecido por Cuca.

CUCA DE UVA

Ingredientes

- Para a massa


• 4 ovos
• 2 xícaras de açúcar
• 75 g de manteiga em temperatura ambiente
• 750 ml de leite
• 1 kg de farinha de trigo
• 30 g de fermento biológico fresco
• 1 kg de uvas (podem ser uvas pretas ou a niágara rosada)
• 1 copo de açúcar cristal


Para a farofa
• 250g de açúcar
• 250 gramas de farinha de trigo
• ½ xícara de manteiga
• Açúcar e canela a gosto


Modo de preparo

Para a massa
Em um recipiente, dissolva no leite, o fermento com o açúcar e sal. Acrescente a manteiga e os ovos. Junte a farinha aos poucos e mexa até formar uma massa consistente. Passe a sová-la com as mãos até formar uma massa homogênea e acrescente o restante da farinha até que chegue num ponto que não grude nas mãos. Cubra com pano e deixe crescer até dobrar de volume. 

Para a farofa
Misture com a ponta dos dedos a manteiga, o açúcar, a farinha e a canela. 

Como montar
Unte uma forma grande com manteiga, ajeite a massa e despeje as uvas por cima. Pressione para que elas possam incorporar à massa. Depois, despeje a farofa doce por cima. Leve ao forno pré-aquecido a 180°C. Asse por aproximadamente 1 hora, ou até que comecem a dourar na superfície.

Dica: Se preferir, você também pode trocar as uvas por uma tradicional cobertura de bananas - utilize 5 delas para deixar o bolo bem caprichado!


Escrito às 11h58 do dia 19 de dezembro de 2011

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Da redação // Foto: Ilana Bar



Muita animação e histórias para contar. Esses foram os elementos principais que fizeram o Circuito Ayrton Senna de Juventude 2011, evento que reuniu jovens das 122 cidades que participam do Projeto SuperAção Jovem, no hotel fazenda Colina Verde, em São Pedro (SP). O Circuito Ayrton Senna promove esse encontro entre jovens alunos e gestores, para encerrar o ano de atividades. O evento tem como principal meta promover a troca de ideias entre os participantes do SuperAção sobre o que desenvolveram em suas escolas. Juntos, descobrem novas abordagens, pontos positivos, negativos e vitórias alcançadas. E tudo isso com muita diversão. A tarde foi dedicada a apresentações e agradecimentos aos parceiros que tornam possível o programa que, esse ano, atendeu a quase 124 mil alunos.

Aproximadamente 250 jovens - alunos de 7a. e 8a. séries dos Projetos Escola de Tempo Integral e Sala de Leitura da SEE/ SP, e das redes municipais de São Roque, Bebedouro e Itatiba - levaram toda a energia para as oficinas realizadas durante dois dias de evento. Também aprenderam um pouco mais sobre o que é ser um protagonista jovem. A Sorria e a Droga Raia estiveram lá, orgulhosos de ver o produto de seu trabalho transformado em alunos e professores que fazem uma educação pública brasileira bem melhor!

Para conferir mais sobre o Circuito, acesse o orkut do evento clicando aqui.


Escrito às 16h06 do dia 16 de dezembro de 2011

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Texto: Da redação // Foto: Noukka Signe

Na seção Amar da Sorria 23 você conferiu um punhado de depoimentos sobre gratidão. Leitores que tiveram algo ou alguém em suas vidas e que a transformaram de uma maneira única. Aqui você confere mais alguns relatos emocionantes de pessoas que tiveram a oportunidade de mudarem para melhor!

 

Em janeiro de 2011 visitei Machu Picchu, cidade-símbolo da lendária civilização inca. Para chegar até lá, encarei uma aventura debaixo de chuva, que começou às 4h30. São inúmeras escadas a subir, além da falta de ar proporcionada pelos 2400 metros de altitude. Ao chegar ao topo, depois de 1h30 subindo sem parar, meus olhos brilham de emoção. Além do valor histórico, o local parece exalar uma energia única. Apesar do cansaço, a peregrinação me deu força para começar o ano a todo vapor. Essa viagem me mostrou que não há limites para você realizar um sonho.
Wanise Martinez, 27 anos. São Paulo (SP)

 

Quando eu tinha 17 anos, fiz um intercâmbio para o Japão. Minha meta era provar, para mim mesma, que era capaz de me virar sozinha. Embarquei sem saber falar uma palavra em japonês e pouquíssimas em inglês. Os dois primeiros meses foram difíceis. Mas depois fui me adaptando. Fiz muitos amigos, aprendi a lidar com as minhas fraquezas e descobri que, nem sempre, as coisas saem como a gente quer. No ano seguinte, quando voltei ao Brasil, já estava mais madura, confiante e independente. Hoje, já guardo dinheiro para que o meu filho, de 9 meses, tenha essa mesma experiência.
Ana Licya Martins Vieira, 28 anos. Mogi Mirim, São Paulo

 

Eu estava passando por um momento de muitas mudanças em minha vida, problemas no emprego e término de namoro. Então, em março do ano passado, tirei 15 dias de férias para viajar. Durante 4 dias fiquei sozinha em Florianópolis (SC), uma cidade que eu não conhecia. Foi ali que entendi quem eu sou, o que eu quero e do que eu sou capaz. Percebi que sou querida e amada mesmo com as pessoas à distância e que, quando eu estou bem comigo, consigo fazer os outros felizes e entender os problemas com clareza. Simples assim.
Taís Sábio Moreno, 27 anos, Bauru, SP

 

Eu sempre gostei de viajar. Já viajei muito pelo Brasil e fora dele. Mas quando fui para Minas Gerais, em fevereiro de 2006, algo mexeu comigo. Eram duas emoções fortes:  viajar pela primeira vez com meu marido, na garupa de sua moto, e ao mesmo tempo ir ao encontro das belezas culturais que já tinha ouvido falar muito. Não consegui conter as lágrimas ao visitar a Igreja de Bom Jesus do Matosinho, em Congonhas do Campo. Cada profeta parecia olhar para mim. Ao fim da viagem, fiquei muito grata as cidades que visitei por terem me proporcionado presenciar tamanha beleza, que só conhecia por meio dos livros.
Ione Bonfim Gomes, 39 anos. Atibaia, São Paulo.

 

Em abril de 2000, ganhei uma semana em Londres de um curso de inglês. Para a surpresa de todos, só voltei para o Brasil depois de 5 anos e meio! O período tornou-se uma longa história, que me trouxe uma bela experiência de vida! Hoje, estou convencida de que foi a melhor coisa que me aconteceu, não só pelo conhecimento cultural mas, principalmente, pela experiência de vida. Esse tempo me fez crescer e me tornou quem sou. Até então nunca havia dado tanto valor para coisas simples na vida, como família, amigos e o nosso país.
Marina Cervi, 31 anos, São Paulo (SP)

 

Há sete meses, eu e alguns amigos sofremos um grave acidente. Nosso carro capotou sete vezes. Todos os meus amigos ficaram bem, mas eu quase perdi meu braço direito. Por meio ano, a ferida me impediu de fazer algo pelo que sou apaixonado: jogar vôlei. Hoje, carrego uma cicatriz em meu antebraço e encaro aquela experiência como algo que me fez perceber o quanto a vida é frágil e me mostrou o que realmente tem importância. Foi por isso que voltei às quadras no mês passado. Aprendi a me dedicar ao que amo.
Vinícius Menegolo, 20 anos, Batatais (SP)

 

Tinha 23 anos quando um dos meus primos, internado por causa de um câncer, morreu. Eu era o único parente no hospital e precisei ser muito forte para dar a notícia e consolar toda a família. Depois disso, percebi que as pessoas precisam de um alento quando estão hospitalizadas. Como sempre tive facilidade para interpretar – faço curso profissional de teatro – decidi fazer um trabalho voluntário com os pacientes e familiares nos hospitais, para agradecer pela força que tive quando o meu primo faleceu e por Deus ter me dado esse talento. Hoje, com um grupo de atores, levo um pouco de alegria ao hospital de Barueri.
José Júnior, 26 anos, Barueri, São Paulo

 

Tenho deficiência auditiva desde criança, mas, quando pequena, escutava bem mais. Hoje, não vivo sem meus aparelhos. Criei há um tempo um blog (o cronicasdasurdez.com.br) sobre minha história, contando as aventuras e desventuras da deficiência auditiva. E nunca imaginei que ajudaria tantas pessoas apenas com meus relatos. Minha grande inspiração foi Helen Keller, célebre escritora e filósofa americana, que era surdocega. Foi ela que me fez entender que não há desculpa para não correr atrás dos nossos sonhos, mesmo com limitações sensoriais.
Paula Pfeifer, 30 anos, Santa Maria (RS)

 

Com 49 anos minha mãe descobriu que estava com câncer de mama. Foi muito difícil para todos, afinal ela já tinha perdido 3 irmãos para essa doença. Apesar disso, fomos muito fortes e não fraquejamos nem por um minuto. Era inaceitável perder outra pessoa querida. Durante o tratamento, minha mãe decidiu que queria uma grande festa no dia 26 de setembro, seu aniversário, para comemorar seus 50 anos de vida. O evento acabou não acontecendo pois ela ainda estava em tratamento, mas a cada ano que passa a família se reúne sempre nessa mesma data para agradecer sua saúde. Minha mãe aprendeu que o importante é ter força e coragem. Hoje ela tem 53 anos e acabou de virar avó.
Julia Pires Vaz, 21 anos, Barueri (SP)

 

Eu estava péssima com a notícia de que não havia mais esperança de cura para o diagnóstico da doença de minha tia. Chorei a manhã toda, até que minha sogra me emprestou um filme chamado "Cartas para Deus". Assisti e me emocionei muito. Lembro que, quando terminou, fui para a varanda de minha casa, que é no alto, e vi a cidade toda. O sol estava se pondo em um céu lindo. No dia seguinte, cedo, minha irmã me ligou e minha mãe avisou sobre o falecimento da minha tia. Foi um choque, mas lembrei na hora do filme e do exemplo que aprendi. Isso me inspirou a ser voluntária em um hospital.
Brena Fernanda Prieto, 18 anos, Matão (SP)

 

Fazia apenas quatro meses que eu e o Danilo namorávamos, quando veio a notícia: você está grávida. Foi ele quem descobriu. Em vez de comprar o remédio para náuseas, que eu pedi, ele me trouxe um teste de gravidez. Minha família rompeu comigo quando soube. Grávida, no último ano da faculdade e com o namorado desempregado. Foi difícil aceitar. Eu era workaholic, baladeira, não tinha objetivo na vida e morria de preguiça de bebês. Com a chegada do Teodoro (cujo nome significa presente divino) minha vida ganhou outro ritmo. Hoje me sinto muito completa com a minha família.
Clara Karmaluc, 26 anos. Belo Horizonte, MG

 

Após uma decepção amorosa, deixei de acreditar no amor. Cheguei a ter certeza que meu destino era ficar sozinha. Machucada e insatisfeita com minha vida profissional, decidi largar tudo e passar um ano estudando inglês na Austrália. Depois, passei seis meses viajando pelo sudeste asiático e conheci vários casais caminhando juntos pelo mundo. Foi aí que comecei a pedir, com toda a força, para ter um amor. Quando voltei para o Brasil, não demorou muito para que encontrasse aquele que se revelaria minha verdadeira alma gêmea.
Anita Martins, 29 anos, Florianópolis (SC)



Sempre fui apaixonada por ler e escrever. Mas, aos 14 anos, uma professora de Língua Portuguesa fez com que eu me desiludisse com o que sempre enxerguei como meu futuro: ser escritora. No ensino médio, foi uma professora com brincos coloridos, voz forte e jeito doce quem me devolveu a paixão pela leitura e escrita. Minha nova professora de português nos  apresentou a grandes autores e orientou radionovelas e jornais experimentais. Hoje, estou no terceiro ano de Jornalismo e ela se mudou para Portugal, mas ainda mantemos contato. Sempre ressalto a ela a importância das suas aulas na minha decisão e no meu dia-a-dia. Parte de quem sou - e de quem vou me tornar -, eu devo a ela.
Alessandra Goes Alves, 21 anos, estudante - São Paulo (SP)

 

A empresa onde trabalhava vinha passando por mudanças. Um dos sócios tinha saído e ganhei um novo chefe. Com o passar dos meses, a situação se tornou insuportável, mas eu resistia em sair porque gostava muito do que fazia. Meu trabalho era praticamente a minha segunda casa. Até que um dia ele meu a notícia: vou ter de desligar você da empresa. Não festejei na frente dele, mas mal ele sabe o quanto fiquei grata ao ser demitida. Hoje, me sinto muito mais feliz trabalhando com artesanato e com astrologia – que sempre foi hobby e descobri como fonte de renda.
Caroline de Paula, 32 anos. São Paulo, SP

 

Sou muito grata a minha ex-chefe pois ela me deu a minha primeira oportunidade de trabalho, um estágio em uma grande assessoria de moda. Eu era apenas uma estudante do primeiro ano de jornalismo, não tinha experiência nenhuma, e, mesmo assim, ela confiou e acreditou em mim. O ano que trabalhei para ela, entre outubro de 2009 e outubro de 2010, foi cheio de experiências incríveis que me ajudaram a crescer como ser humano, a ser responsável e a lidar com diferentes pessoas. Além das tantas coisas que eu aprendi sobre o mercado de trabalho e a minha profissão. Fora isso, se não fosse por ela e pelos contatos que ela me apresentou eu não estaria no meu atual emprego, em uma revista, que sempre foi um sonho para mim.
Laura Canavezi, 20 anos, São Paulo (SP)

 

Sempre gostei de poesia e cinema mas acabei entrando no curso de psicologia, em 2006. Segui a graduação por um ano, até que comecei a me dedicar a grupos de formação artística. Um dia, estudando o cineasta russo Tarkovski e, assisti ao filme Sacrifício. Foi como se tivesse visto Deus. Assustada, fui para casa pensando que, como ele, eu poderia unir poesia e cinema. Tranquei minha faculdade e comecei a cursar audiovisual. Vou me formar esse ano e sei que, sem esse filme, talvez não fizesse essa mudança.
Ana Roman, 23 anos, São Paulo - SP


Escrito às 11h35 do dia 13 de dezembro de 2011

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Da redação
Sorria 23 já à venda!

Com o Natal chegando e a virada de ano pertinho, não tinha como o nosso tema de capa ser outro: Gratidão.

Nessa edição você conhecerá a história de 3 pessoas que são exemplos para aprendermos a dar mais valor às pequenas coisas e sermos mais gratos à vida. Jorge Marciano de Lima compartilha conosco a busca por uma família que o recebesse de braços abertos. Maria Vilani Gomes nos mostra como todos aqueles que passam por nossa vida são importantes e nos enchem de motivos para dizer obrigado. Por fim, você se inspira com a história de Lucas Jatobá, que inventou seu próprio jeito de agradecer às pessoas - conhecidas ou não - que lhe fizeram algum bem.

Seguindo a mesma linha de agradecimentos, você confere uma porção de relatos na seção Amar. Pessoas gratas à vida, que lhes transformou em alguém melhor.

Quer fazer algo pelo próximo e sentir gratidão por poder ajudar? Que tal ser a caneta e o papel de quem não sabe escrever? Veja como se tornar um escritor de cartas na seção Conhecer. Ou ainda, inspire-se com as histórias natalinas de Roberto Góes, Melissa Piai, Marlene Goulart e Camilla Salmasi que espalham seu espírito natalino todo final de ano, na seção Envolver.

Aproveitando a chegada do verão, você confere na seção Movimentar esportes refrescantes, atividades perfeitas para quem curte a estação mais quente do ano e que só ficam melhores quando realizadas com amigos.

Descubra como é gostoso tomar banho de mangueira, deliciar frutas fresquinhas, comemorar as superstições que deixam a vida cheia de magia e mergulhar de cabeça nas virtudes que cada novo ano traz - na seção Descobrir.

Ser chefe ou continuar trabalhando para os outros? Crescer até o ponto mais alto de uma carreira nem sempre significa que é o caminho em que você se dará melhor. Confira qual dos estágios você se encaixa na seção Trabalhar.

Na seção Proteger você descobre como viver tranquilamente a rotina, mesmo achando que a semana deveria ter mais dias para você poder dar conta de todos os compromissos e festas de final de ano. E aproveite a seção Conviver para descobrir alguns novos hábitos artesanais que podem te fazer relaxar por mais tempo.

Na seção Cuidar, Bia Torres mostra como passou um mês inteiro sem grana - e como se virou muito bem sem dinheiro.

Aprenda ainda a fazer uma deliciosa farofa para o Natal - na seção Comer -, presenteie seus amigos e parentes queridos com uma bola cheia de surpresas e se encante com a seleção de histórias de gratidão que apresentamos na seção Brincar.

Tudo isso e muito mais delícias natalinas te esperam na nova edição da Sorria, que começa a ser vendida hoje em todas as redes de farmácias Droga Raia dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Siga-nos e fique sempre por dentro das novidades divulgadas sempre nas redes sociais (Twitter, Facebook e Orkut) e aqui no site!


Escrito às 10h43 do dia 07 de dezembro de 2011

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Reportagem: Tissiane Vicentin // Filmagem e edição: Carina Barros

Na seção Movimentar da Sorria 22 você conheceu 3 histórias que precisavam muito das pernas para acontecerem. Além delas, Wallace Kyoskys nos mostrou sua incrivel habilidade com o chamado Skyrunner, uma evolução da nossa conhecida perna de pau (se você ainda não leu o relato dele, clique aqui). Agora está na hora do artista circense mostrar como realmente funciona essa tal perna moderna. Confira!

 


 

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Escrito às 17h48 do dia 10 de novembro de 2011

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