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o que eu aprendi até agora...

Sobre a coerência

5 de agosto de 2009

Tenho aprendido - e isso é um processo de retorno às nossas bases mais fundas e, a cada nova vez, elas ficam mais profundas e intensas - que o sentido de estar triste ou feliz depende do meu pacto de coerência comigo mesma e com o mundo.

Sinto-me mais coerente comigo agora que não me pego deslumbrada com um título de doutora conquistado quando eu era muito nova, agora que não preciso mais dar resultado para os outros (aprendi que a vida não é uma corrida de cem metros em que eu tenho de chegar primeiro ou mais alto que qualquer outra pessoa), agora que vejo em meu marido uma presença de Deus em minha vida e que preciso cultivá-lo (como as plantas que precisam de água todos os dias) para que as cobranças de um amor perfeito não estraguem o nosso relacionamento, agora que percebo que quanto mais dinheiro se ganha - acima de um patamar mínimo de conforto -, mais a gente se aliena em trocas utilitárias e deixa de acumular experiências generosas de compartilha, agora que tenho cuidado de ter cuidado com quem amo e mostro à minha família e aos meus amigos o quanto eles tornam minha vida mais bonita. É, essa beleza do indizível, do pequeno, do fugaz, do escorregadio tempo ao lado, tempo de vida junto, tempo de vida refletido e acumulado em interpretações que lhe atribuem sentido coerente. Enfim, acho que aprendi a ser no tempo o somatório do que vivi e do que ainda quero viver e essa coerência tem diminuído minha angústia, pois me dá a dimensão certa da busca da felicidade. Escolhemos, mas não controlamos, por isso devemos revisitar nosso projeto coerente de vida a cada momento, a cada escolha: nisso sintetizo o que aprendi.

Élida Graziane Pinto, 30 anos, Sete Lagoas, MG

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Categoria Amor, Conselhos, Família, Felicidade, Sonhos, Vida

Oráculo

3 de agosto de 2009

http://www.flickr.com/photos/timcaynes/3614950464/

“Com a internet, eu aprendi que mais fácil do que ficar perguntando é procurar direto no Google.”

Deivison Elias, 28 anos, Santa Maria, RS

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Categoria Conselhos

Saber amar

28 de julho de 2009

Aprendi que devemos aceitar as pessoas como elas são – de verdade e com verdade no coração. Não adianta achar que temos o poder de mudar os hábitos e pontos de vista dos outros; é ilusão. Porque as pessoas só mudam quando elas querem. A vontade de mudar tem que vir delas e não do desejo secreto que temos, de que seria bem mais legal se elas fossem assim ou assado. Não existe essa coisa de a gente mudar uma pessoa. Ela já vem pronta até nós. Com suas virtudes e defeitos, com seu lado “crica” ou divertido. E assim é. Aceitar as pessoas como elas são é aprender a amar incondicionalmente. Porque recebemos, entendemos e aceitamos o outro pelo que ele é e não pelo que desejamos que ele seja. E maior amor que esse não existe. Esse é o amor verdadeiro.

Roberta De Lucca, 44 anos, São Paulo, SP

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Categoria Amor

Amor livre

20 de julho de 2009

www.polanoid.net/jump/?to=pictures&pid=12448

“Meus filhos me ensinaram a amar sem possuir. Quando pequenos, me sentia dona deles. Cresceram. E aprendi que não posso viver suas vidas, decidir por eles, nem mesmo mantê-los perto de mim. Resisti à lição. Mas, enfim entendi que esse é o maior dos amores: quando nos doamos sem esperar nada em troca, quando os momentos juntos valem por todas as ausências. E, sobretudo, quando olho para eles e me orgulho do que fazem por si mesmos e pelos outros.”

Andréia Martinhago, 47 anos, São Paulo, SP

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Categoria Amor, Conselhos, Família, Felicidade, Vida

Mudança de planos

15 de julho de 2009

http://ffffound.com/image/f556def8c3dee1b24310a6f3e6f16a15af490c1d

“As coisas que não planejamos são as que definem nossa história. Quis ser dentista, me formei veterinária. Sonhei morar na praia, mudei para um sítio. Achava casamento um horror, e disse sim de vestido branco, feliz da vida. Achei que seria para sempre, e acabou. Pensei que nunca mais encontraria o amor, e ele apareceu na fila do açougue. Não queria ter filhos, tive três maravilhosos. Quando o médico disse que o caroço no seio era um tumor, senti que ia morrer, mas continuo aqui. Ainda me surpreendendo.”

Liana Cruz, 60 anos, Novo Hamburgo, RS

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Categoria Vida

Coragem e limites

7 de julho de 2009

http://ffffound.com/image/8af176e59b4f62e004b51446e5db93b7d0b9eb59

“Aprendi que ser feliz não é uma constante. As tristezas da vida aparecem mesmo, fazer o quê? É preciso coragem pra mudar o que pode ser mudado, muita paciência pra aceitar o que não pode, e continuar tocando o barco, numa boa.”

Sofia Benini, 22 anos, São Paulo, SP

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Categoria Conselhos, Felicidade, Vida

Pensando no futuro

6 de julho de 2009

www.polanoid.net/jump/?to=pictures&pid=353437

“Aprendi a fazer a barba na semana passada. Passei a gilete e… zap… três pelinhos sumiram. Quando eu for tão barbudo quanto papai, será muito útil.”

Leandro Ramos, 13 anos, Mococa, SP

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Categoria Família, Felicidade, Sonhos, Uncategorized

Tudo é relativo

2 de julho de 2009

http://ffffound.com/image/ce506a8855d1f4cafbe5edb5708cd7c0aed67bb8?c=3190576

“Já acreditei muito em algumas coisas, briguei por elas, e hoje vejo que não era nada daquilo. Por isso, aprendi que conviver com quem tem pontos de vista diferentes é fundamental. Temos várias certezas equivocadas por falta de informação, experiência ou reflexão. E ouvir outra opinião pode mudar tudo.”

Marcos Burghi, 42 anos, São Caetano do Sul, SP

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Categoria Conselhos, Felicidade, Segredo, Vida

Águas passadas

29 de junho de 2009

http://www.flickr.com/photos/rosie_hardy/3515071923/

“Aprendi que tudo passa. Sempre. Então, calma. Dessa vez, também vai passar”

Hanelore Schmmidt, 48 anos, Blumenau, SC

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Categoria Conselhos

Margem de manobra

24 de junho de 2009

Reprodução/Gilberto Colaço: Remade

“Aprendi (ou melhor, estou aprendendo sempre) que um cavalo árabe é o mais astuto, pois se afasta dos demais cavalos frísios, tendo assim mais espaço para desviar rumo ao atalho.”

Bruno Moreschi, 27 anos, São Paulo, SP

Reprodução/Gilberto Colaço: Remade

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Categoria Conselhos

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