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o que eu aprendi até agora...

Archive for agosto, 2009

Amigos de infância

segunda-feira, agosto 24th, 2009

http://www.flickr.com/photos/guilherme_netto/674823170/

“Um cachorro é o melhor presente para uma criança. Aos 9 anos de idade, meus pais me deram um vira-lata sarnento. Foi o presente da minha vida. Sempre repito o gesto com meus primos menores.”

Thais Nicoletti, 29 anos, Curitiba, PR

Pintar paredes por prazer

quarta-feira, agosto 19th, 2009

Foto: Robson Felipe de Carvalho

Aprendi a pintar paredes, assim como lixá-las para deixar a massa corrida perfeita! Aprendi a restaurar janelas, envernizar portas e decorar um ambiente confortável. Não com aquela perfeição, mas com muito carinho, dedicação e uma vontade enorme de deixar tudo tão bonito quanto a união de um casamento!

Anna Carolina de Carvalho, 24 anos, São Paulo, SP - por email

Foto: Robson Felipe de Carvalho

Como se fosse eu

segunda-feira, agosto 17th, 2009

“Você já parou para pensar…
Como deve ser ruim estar com muita fome e não ter nada para comer?
Como deve ser ruim estar com muito frio e não ter nada para aquecer?
Como deve ser ruim estar doente e não ter dinheiro para comprar um analgésico que lhe alivie a dor?
Como deve ser ruim estar em aflição, angustiado, e não ter ninguém para lhe ouvir?
Eu aprendi a olhar para as dificuldades dos outros como se elas fossem minhas – por isso estou sempre ajudando.”

Edilaine Garrido Folieni Pereira, São Paulo, SP - por email

Outro olhar

quinta-feira, agosto 13th, 2009

http://ffffound.com/image/9cfdcc22a992fab33bef33832f23c80e89d3222f

“Sem querer, um dia aprendi a fechar os olhos e reabri-los em seguida. Não é uma piscadela qualquer. Quando volto a ver o mundo, obrigo-me a reparar nos pequenos detalhes. Agora, por exemplo, não vejo você, mas sua orelha grande que me lembra uma folha de orquídea.”

Klaus Salgado, 41 anos, Piracicaba, SP

Viver em comunidade

sexta-feira, agosto 7th, 2009

Foto: Julai

Em janeiro de 2007, durante um estágio de vivência comunitária, fui parar numa aldeia indígena. Era a Aldeia Jaraguá, de etnia potiguara. Lá aprendi o que é viver em comunidade: a liberdade de ir e vir sem grades e muros separando as casas. Os domingos no rio com toda a aldeia reunida. As danças típicas (toré) - onde só não dança quem já morreu! De criança a idosos, todos brincando juntos numa grande roda. Os doentes mentais convivendo em harmonia com a comunidade. O toque, o abraço, o sorriso. O respeito pelos mais velhos e antepassados. Foi lindo, mudou a minha forma de agir em casa, com os amigos, com o mundo, comigo.

Aline Esashika, por email.

Foto: Julai

Sobre a coerência

quarta-feira, agosto 5th, 2009

Tenho aprendido - e isso é um processo de retorno às nossas bases mais fundas e, a cada nova vez, elas ficam mais profundas e intensas - que o sentido de estar triste ou feliz depende do meu pacto de coerência comigo mesma e com o mundo.

Sinto-me mais coerente comigo agora que não me pego deslumbrada com um título de doutora conquistado quando eu era muito nova, agora que não preciso mais dar resultado para os outros (aprendi que a vida não é uma corrida de cem metros em que eu tenho de chegar primeiro ou mais alto que qualquer outra pessoa), agora que vejo em meu marido uma presença de Deus em minha vida e que preciso cultivá-lo (como as plantas que precisam de água todos os dias) para que as cobranças de um amor perfeito não estraguem o nosso relacionamento, agora que percebo que quanto mais dinheiro se ganha - acima de um patamar mínimo de conforto -, mais a gente se aliena em trocas utilitárias e deixa de acumular experiências generosas de compartilha, agora que tenho cuidado de ter cuidado com quem amo e mostro à minha família e aos meus amigos o quanto eles tornam minha vida mais bonita. É, essa beleza do indizível, do pequeno, do fugaz, do escorregadio tempo ao lado, tempo de vida junto, tempo de vida refletido e acumulado em interpretações que lhe atribuem sentido coerente. Enfim, acho que aprendi a ser no tempo o somatório do que vivi e do que ainda quero viver e essa coerência tem diminuído minha angústia, pois me dá a dimensão certa da busca da felicidade. Escolhemos, mas não controlamos, por isso devemos revisitar nosso projeto coerente de vida a cada momento, a cada escolha: nisso sintetizo o que aprendi.

Élida Graziane Pinto, 30 anos, Sete Lagoas, MG

Oráculo

segunda-feira, agosto 3rd, 2009

http://www.flickr.com/photos/timcaynes/3614950464/

“Com a internet, eu aprendi que mais fácil do que ficar perguntando é procurar direto no Google.”

Deivison Elias, 28 anos, Santa Maria, RS

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