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A Sorria* é uma revista social da Editora MOL.
O preço de R$ 2,50 que você paga por ela, descontados os impostos, é 100% doado ao GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).

Já doamos ao GRAACC até este momento:

R$ 3.155.689,39

Parabéns!

4 de setembro de 2009

Na terça, 25 de agosto, a revista Sorria* ganhou o Prêmio ANATEC de Lançamento do Ano em mídia impressa e digital. Oferecido pela Associação Nacional de Editores de Publicações, o prêmio reconhece a performance de Sorria como veículo de mídia.

Já conhecida pelo seu desempenho como ação social, agora a revista tem um dez com louvor também pela sua qualidade editorial.É um bom jeito de comemorar mais de 1 milhão de exemplares vendidos e R$ 2,2 milhões doados para combater o câncer infanto-juvenil.

Estamos orgulhos. Junte-se a nós para tornar a Sorria* ainda maior.

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Categoria Da redação

Para aproveitar o feriado

4 de setembro de 2009

Imagens:Reprodução/Divulgação

LeTroca. Jogo em www.fulano.com.br. Você conhece muitas palavras? Use a cabeça e teste seu vocabulário neste jogo. O objetivo é descobrir as palavras da rodada usando o conjunto de letras que aparecem na tela. Lembra passatempos das revistinhas de palavras-cruzadas e pode espantar o tédio de um final de semana chuvoso. Clique aqui para jogar!

ReadyMade. Site em www.readymade.com. Como transformar velhas caixas de som num moderno porta-CDs? E cozinhar pratos sofisticados com as sobras de ingredientes de sua despensa? Que tal fabricar uma bolsa estilosa com sacolas de supermercado? Essas são algumas das dicas preciosas que a versão on-line da revista norte-americana ReadyMade ensina. O site é inglês, mas as ilustrações e as fotos lindas bastam.

Come-Come – Pais e Filhos na Cozinha. Livro de João Alegria, editora Jorge Zahar. Crianças com frescura para comer, mães em desespero? Esse livro propõe uma gostosa solução: pais e filhos curtindo aventuras culinárias juntos. Com receitas como pão de queijo mineirinho e atividades lúdicas como fazer um chapéu de mestre-cuca, dá para juntar toda a família em volta do fogão e deixar a meninada íntima até dos legumes mais invocados.

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Categoria Dicas

O mundo é um museu

3 de setembro de 2009

Tem de arte, de ciência, de história, de brinquedo, até de pão. Tudo o que é fascinante neste planeta pode estar nos corredores – ou no jardim – de um museu. Só falta você

texto: Bruno Moreschi

O que uma moeda de prata do século V a.C., um jogo de pega-varetas, um quadro de Picasso e uma esfera que arrepia os cabelos de quem a toca têm em comum? Estão expostos em algum dos 2,5 mil museus do Brasil. São tão diferentes quanto toda a variedade de coisas que existem no mundo. São iguais na capacidade de nos encantar, surpreender, divertir ou até deixar uma pulga atrás da orelha. Museu é para a gente ir e se admirar. Precisa complicar?

Muita gente tem preguiça. Ou faz cara feia. Acha que ir a uma exposição é diversão elitista e empoeirada. Mas há quem não tenha preguiça, não ache nada, e, curioso, simplesmente vá a uma e goste muito. Como o estudante Lucas Colares, de 19 anos. Ele “experimentou” uma instalação da Bienal de Arte de São Paulo: caminhou por uma estreita ponte de madeira que saía da janela do prédio, passava entre as árvores do parque do Ibirapuera e voltava ao solo firme do museu. Sentiu-se tão bem que virou fã das surpresas da arte contemporânea.

Algo assim pode ter acontecido às crianças inglesas que tiveram o Tate Modern, em Londres, só para si por um dia. Em fevereiro, o museu abriu a elas seu acervo de instalações. No que deu? A infalível pontualidade britânica foi aos ares e eles fecharam as portas duas horas mais tarde que o normal – quem disse que a molecada saía de lá de dentro?

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Categoria Da redação

Leve como o vento

2 de setembro de 2009

texto da Redação ilustração Vanessa Reyes/Estúdio MOL

Cotrolar o vôo de um frágil pedaço de papel é uma brincadeira que fascina a humanidade há milênios. Acredita-se que a pipa tenha sido criada por povos orientais na Antiguidade, por motivos místicos e religiosos, como trazer a boa fortuna. Séculos depois, ela inspirou cientistas e inventores: Benjamin Franklin fez experiências com papagaios antes de criar o pára-raios, e Santos Dumont os teria observado para construir o primeiro avião, o 14 Bis. Mas motivações sérias como essas são exceção: apesar de ter perdido espaço nos céus da cidade, a pipa continua divertida como sempre para crianças mundo afora. Aprenda a fazer uma e relembre como era bom ser levado pelo vento.

Você precisa de:
# papel de seda
# tesoura
# duas varetas de bambu de 40 cm
# cola
# linha para pipa

Vanessa Reyes/Estúdio MOL

Como fazer
1. No papel de seda, recorte um quadrado de 40 centímetros de lado. Cole uma das varetas em uma das diagonais.
2. Envergue a segunda vareta. Amarre um pedaço de linha ligando as duas pontas para que ela permaneça curvada. Cole-a na outra diagonal do papel.
3. Faça dois pequenos furos no ponto onde as duas varetas se encontram, um de cada lado. Passe a linha pelos buracos e dê um nó, sem cortá-la. O fio deve ficar para o lado da pipa onde não há varetas.
4. Meça cerca de 55 cm de linha, a partir do nó, amarre na ponta de baixo da vareta reta e corte a sobra. Então, a partir do nó, meça cerca de 15 cm de fio, e nesse ponto amarre a linha para puxar a pipa. Para fazer a rabiola, recorte tiras de papel, amarre-as numa linha e prenda-a na ponta de baixo da vareta reta.

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Categoria Brincar!

Faxina completa

2 de setembro de 2009

texto: Dilson Branco

Balde e vassoura nas mãos: é hora de ter uma experiência espiritual. Faxina é mais do que serviço braçal. Lembre-se da última vez em que você lavou uma pilha de louça. Aquele dia em que estava sozinho e à toa, ligou o som e foi enfrentar o desafio inadiável acumulado sobre a pia. Em que você pensou durante aquele tempo todo? Há quem medite nessa hora, concentrando-se nos detalhes de cada objeto, vivendo o agora e nada mais. Há quem se perca nas idéias – dizem que a escritora Agatha Christie bolava suas tramas entre um prato ensaboado e outro. Ao não ficar nos odiando por ter de esfregar as panelas, garantimos à cuca um raro momento de leveza. Sem falar no prazer de ver as coisas ficando limpas, cheirosas, organizadas – e parece que, se a casa está arrumada, os pensamentos se ordenam melhor também. Percorrendo cômodos adentro com o arsenal da limpeza, nos damos conta de que fazer faxina implica repensarmos o lugar onde moramos. Será hora de mudar um móvel de lugar, pendurar um quadro novo, trocar o tapete? Ir fundo na arrumação demanda ainda decidir que memórias e tralhas continuaremos guardando, quais iremos doar, o que vai para o lixo. E isso – escolher, afinal, o que ainda tem importância e abrir espaço ao novo – exige reflexão sobre quem fomos, quem somos, quem queremos ser. Um exercício e tanto para os braços, para a mente, para a vida.

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Categoria Descobrir

Boa noite

1 de setembro de 2009

Anda sonhando com uma bela noite de sono? Sonhar acordado não basta: é dormindo que nosso corpo realiza sua manutenção diária, garantindo saúde e disposição para um novo dia

texto: Dilson Branco

Pelo menos uma vez por dia ele se impõe, inevitável. As pálpebras pesam, os músculos querem se livrar da obrigação de sustentar o esqueleto, a mente já não se concentra com facilidade… o sono chegou. A força com que nos abate deixa claro que é uma necessidade tão essencial para o organismo quanto comer. Mesmo assim, não hesitamos em sacrificá-lo sempre que precisamos de mais algumas horas para aproveitar o dia. Se por um lado essa estratégia nos garante benefícios imediatos, como entregar um trabalho a tempo ou assistir a um bom filme da madrugada, por outro pode trazer sérios prejuízos à saúde.

“Até mesmo uma perda mínima de sono é capaz de prejudicar profundamente o ânimo, a produtividade, a capacidade de comunicação e a saúde em geral, afetando o aparelho gastrointestinal, o funcionamento cardiovascular e o sistema imunológico”, afirma no livro O Poder do Sono o especialista James Maas, professor de psicologia da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. No fim do século XIX, esse alerta não preocuparia muita gente. Naquela época, segundo pesquisas feitas nos Estados Unidos, dormia-se dez horas por noite. Hoje, a média caiu para sete.

O que tem roubado nossas horas de cama? Trabalho, trânsito e lazer, nessa ordem, segundo outro estudo americano. O ritmo intenso das cidades, com os serviços 24 horas, a poluição sonora e a ansiedade típica de nossos tempos, também tem comprometido a qualidade do sono. O resultado não podia ser outro: 44% dos brasileiros dizem dormir mal, segundo pesquisa realizada na I Semana Brasileira de Sono, em 2004.

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Categoria Da redação

Feriado chegando…

1 de setembro de 2009

Segunda, 7 de setembro, comemoramos a independência do Brasil e esticamos a folga do final de semana. É quando sobra um tempo para aquelas coisas que nunca conseguimos fazer. É dia de rever amigos, brincar com as crianças, dar asas à imaginação e ainda aproveitar um descanso merecido. Nesta semana você confere sugestões para este feriadão. Que tal começar dormindo mais um pouquinho?


Ai, que preguiça


texto: Francisco Spagnolo

Só mais cinco minutos. Se pudesse dormir só mais cinco minutos, esse cansaço passava. O problema é que nunca são só cinco minutos. A cama é o altar da preguiça, e aconchegados nela tudo parece mais distante, menos urgente. Mas é preciso arrumar forças, o dia já começou. É então, nessa passagem entre o estático e o disparo, que nasce o espreguiçar. Chega lento e instintivo, empurrando tendões, engrenando músculos, esticando o corpo. Às vezes, nem é caso de sono – basta ficar muito tempo na mesma posição que braços, pernas e coluna, muito entediados, começam a ensaiar contraturas e relaxamentos. O alongamento involuntário melhora a circulação, acorda os membros e restaura o movimento. Tão gostoso e útil que é praticado por quase todos os bichos, com benefícios que vão da prevenção de dores e torcicolos ao combate à celulite. E contagia: por motivos ainda misteriosos, assim como em um bocejo, ver alguém se espreguiçando inspira a súbita vontade de se esticar também. Da rápida ginástica, despertamos com mais energia e boa vontade para dar os próximos passos. Muito melhor do que o efeito daqueles cinco minutos.

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Categoria Da redação, Descobrir

Amor livre

31 de agosto de 2009

http://revistasorria.com.br/oqueaprendi/2009/07/amor-livre/

“Meus filhos me ensinaram a amar sem possuir. Quando pequenos, me sentia dona deles. Cresceram. E aprendi que não posso viver suas vidas, decidir por eles, nem mesmo mantê-los perto de mim. Resisti à lição. Mas, enfim entendi que esse é o maior dos amores: quando nos doamos sem esperar nada em troca, quando os momentos juntos valem por todas as ausências. E, sobretudo, quando olho para eles e me orgulho do que fazem por si mesmos e pelos outros.”

Andréia Martinhago, 47 anos, São Paulo, SP

Para saber o que mais pessoas aprenderam, acesse o blog O que aprendi. Para contar uma lição importante que você aprendeu, clique aqui e nos mande um e-mail.

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Categoria O que aprendi

Amendoim torrado com mel

29 de agosto de 2009

Chame os amigos em volta da mesa e deixe que belisquem à vontade. O amendoim torrado, seja acompanhado de sal, açúcar, chocolate ou o que você inventar, logo se torna o favorito da turma

Ingredientes

• 500 g de amendoim torrado e descascado
• 2 colheres (sopa) de manteiga derretida
• 2 colheres (sopa) de mel
• 1 pitada de sal
• 1 pitada de açúcar

Modo de preparo
Em uma tigela, misture a manteiga e o mel. Junte o amendoim. Mexa até que todos os grãos estejam cobertos. Espalhe-os em uma forma, salpique com sal e torre-os por cerca de 20 minutos em forno baixo (100 ºC). Abra o forno e revolva os amendoins de vez em quando. Verifique o sal e, se quiser destacar o gosto do mel, salpique também com açúcar. Deixe esfriar e guarde em um pote bem fechado. Veja abaixo outras variações do tema, para preparar com a mesma quantidade de amendoim e da mesma maneira: primeiro, misturando os temperos com as sementes, depois torrando em forno baixo, revolvendo sempre para não grudar.

• Amendoim agridoce:
2 colheres (sopa) de mel + 2 colheres (sopa) de manteiga derretida + 1 colher (chá) de mostarda em pó + 1 pitada de sal + 1 pitada de açúcar
• Amendoim oriental: 2 colheres (sopa) de mel + 2 colheres (sopa) de manteiga derretida + 1 colher (chá) de curry + 1 pitada de sal + 1 pitada de açúcar
• Amendoim picante:
4 colheres (sopa) de manteiga derretida + 1 colher (chá) de páprica picante + 1 pitada de sal
• Amendoim de chocolate: 4 colheres (sopa) de leite condensado + 4 colheres (sopa) de achocolatado em pó

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Categoria Da redação

Somos o que fazemos

28 de agosto de 2009

por Simone Cunha

Fazer o bem pra alguém ou pro mundo pode ser simples, fácil e indolor. O porém é que a gente sempre tem metas e projetos pessoais a cumprir e às vezes esquece. Não faz por mal, só não se dá conta.

Pra não cair nessa, o projeto We Are What We Do tem várias ideias bem legais de açõezinhas que vão ajudar a gerar uma mudançona. Pra ter certeza disso, eles contabilizam as coisas legais que são feitas, mostrando que dá, sim, pra construir algo melhor. Desde 2004, a conta já chegou a 4 milhões. Dá para se cadastrar e fazer a contabilidade das boas ações ou só assistir a um vídeo e se inspirar nas atitudes sugeridas. Vale fazer alguém sorrir, plantar algo comestível, perguntar o porquê das coisas e até reciclar seus bichinhos de pelúcia.

Veja o vídeo:

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Categoria Da redação, Memória

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