A Sorria* é uma revista social da Editora MOL.
O preço de R$ 2,50 que você paga por ela, descontados os impostos, é 100% doado ao GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer).
Com o objetivo de conectar pessoas e trazer paz ao mundo, surgiu o Playing for Change.
O projeto é assim: artistas de diversas partes do planeta executam a mesma música em um estúdio móvel, que permite livre contato com o público. Então as gravações são editadas em uma única trilha, criando uma obra coletiva. Um percussionista do Nepal, por exemplo, interage com uma cantora israelense, um guitarrista sul-africano e assim por diante.
O movimento virou CD e DVD e agora une músicos de diversas partes do mundo em concertos beneficentes para escolas de arte e comunidades carentes.
Todos os videoclipes podem ser vistos no canal do projeto no Youtube. Assista no vídeo abaixo a canção “Stand by me”, composição de Ben E. King famosa na voz de John Lennon.
Toda semana vamos escolher um tema para inspirar posts escritos pela redação da Sorria*.
O primeiro é: por que o inverno é legal? O editor Dilson Branco se aventurou a inaugurar
a brincadeira. Confira:
“Nasci no extremo sul do país, a pouco mais de 200 km do Uruguai, na cidade portuária de Rio Grande. Lá não é tão frio quanto em outros municípios gaúchos, porque o chão – plano até se perder de vista – fica ao nível do oceano, e a presença do mar ameniza a temperatura. Mas, pelas mesmas razões, nada é capaz de parar o vento. Galopeando desde a Antártica, o minuano, como chamamos, sobe cortando a pele, gelando os ossos, empurrando a sensação térmica para bem abaixo do que o termômetro indica. Saí de lá há quase uma década, e desde então não passei por um inverno como aqueles. Por isso, para mim, essa estação é um tanto melancólica. Quando sinto frio, sinto também saudade.”
Esta matéria da TV Cultura ajuda a entender como funciona a Sorria*. A reportagem foi ao ar no programa Balanço Social, em 10 de novembro de 2008. Alguns dados estão desatualizados, mas vale a pena assistir para conhecer quem faz a revista e saber como trabalhamos. Confira:
Produzir as fotografias que ilustram a matéria de capa da Sorria* 8 foi uma grande diversão. Confira as imagens e as brincadeiras que aprontamos nos bastidores. Em seguida, leia o comentário da diretora de arte, Claudia Inoue, sobre como foi transformar o chão em céu.
“Logo que começamos a produzir a oitava edição da Sorria*, nos apaixonamos pela série Dreams of Flying, de Jan von Holleben. Nela, o fotógrafo alemão faz crianças voarem soltas pelos ares – ou melhor, pelo chão. É só mudar a perspectiva, e olhar pra baixo passa a ser como olhar para o céu. Só vendo para entender como é simples e genial.
Acabamos nos inspirando nessas imagens pra fazer a nossa matéria de capa – que é sobre tentar, com histórias de pessoas que não desistem nunca, nem mesmo quando as dificuldades as fazem querer abaixar a cabeça.
Quando a camiseta nasceu, lá nos anos antes de Cristo, era usada como proteção pelos soldados romanos, por baixo de suas vestimentas. Hoje, ela anda por aí aparecendo. Muitas servem de outdoor para marcas famosas, de jacarés, cavalinhos, passarinhos. São brancas, pretas, listradas. Desgastadas, sujas, furadas de propósito e também sem querer. E tem as com frases espertinhas. Aquelas que fazem você parar para ler, pensar e dar uma risadinha no fim do dia. Umas que a gente não entende de primeira e acaba levando a dúvida para casa. E outras com idéias óbvias, que batem como martelo na testa anunciando o que todo mundo sabe, mas finge que esqueceu: jogue o lixo no lixo.
Pergunto o que seria se todos usassem uma camiseta dizendo o que estão sentido naquele exato momento: tô de TPM. Dá pra ser mais transparente do que isso? Acho que não. Faça a sua, estampe no peito e saia por aí manifestando o que você quer mudar no mundo. Ou só como você se sente agora. Também serve.
Construir fantasias de monstro e robô a partir de sucata. Essa é a proposta da seção Brincar da Sorria* número 8, que acaba de chegar às lojas da Droga Raia. Quem se voluntariou a projetar e construir as incríveis roupas de papelão, plástico e outras quinquilharias fotografadas para a revista foi nosso assistente de novos projetos, Murilo Casagrande. Confira as fotos dos bastidores da produção das fantasias e veja o relato do Murilo Casagrande, assessor de novos projetos, contando como foi a experiência.
“No mundo corporativo, são poucas as chances de investir tempo em atividades lúdicas. Quando fiquei sabendo da oportunidade de projetar e construir as fantasias de robô e monstro, não desperdicei, e parece que voltei no tempo.
Um menino de 5 anos, casquinhas e sorvete derretendo: a produtora fotográfica Laura Sobenes conta como foi fazer a foto de capa da Sorria* 8.
“Você imagina o que é ir a uma loja chamada Chocolândia na véspera da Páscoa? Tipo posse do Obama, né? Foi uma muvuca assim que enfrentei para encontrar a casquinha que aparece na foto da capa da Sorria* 8. O sorvete foi mais fácil: napolitano, três sabores. Mas esqueci do básico – perguntar ao Diogo Scolezi, o garotinho da capa, de que sabor ele gostava. Até que…
Mas estou me adiantando. Deixa eu falar do Diogo primeiro. Quando contamos que ele teria que lamber vários sorvetes (a mãe dele tinha deixado!) pra fazer a foto, os olhos desse garotinho simpatia de 5 anos brilharam. Acho que o Diogo comeu umas cinco ou seis casquinhas! Nem precisava, mas ele tava adorando. Dando risada, improvisava todas as caras e bocas que a gente pedia: encostava a língua no nariz, ficava vesgo, se lambuzava e enfiava a casquinha inteira na boca, todo orgulhoso.
Um casal de professores que desde 1991 tenta chegar ao topo do Everest. Um pesquisador que há 30 anos tenta encontrar respostas para intrigantes questões sobre o corpo humano. Uma filha de trabalhadores rurais que aos 11 anos já trabalhava como empregada doméstica e que viu na dedicação diária aos estudos o caminho para ter uma vida melhor.
Estes são os entrevistados da matéria de capa da Sorria* número 8, que acaba de chegar às lojas da Droga Raia. O tema da reportagem principal é a persistência. Personagens e especialistas mostram que o comprometimento cotidiano é o único caminho para realizações a longo prazo. E que as concessões que temos que fazer para concretizar nossos sonhos nem podem ser chamadas de sacrifícios, pois são apenas o adiamento da projetos imediatos em prol de um objetivo maior.
Outro destaque é a seção Amar, que traz relatos de planos que graças a imprevistos tiveram um final ainda melhor do que o imaginado. A edição também conta histórias apaixonadas de quem presta trabalho voluntário, mostra como a comunição é uma ferramenta capaz de mudar o lugar onde vivemos e destaca como um bom círculo de amizades pode, além de tudo, ser decisivo na construcão da carreira profissional.
Quer se desfazer de um sofá velho? Quer jogar fora um celular? Mudou de casa e não tem dinheiro para a mobília? Para todos os casos existe o Freecycle, um exercício de generosidade para mudar o mundo com “um presente por vez”.
O projeto foi criada no Arizona, Estados Unidos, para pessoas darem coisas que não querem mais, simples assim. Sem venda nem qualquer tipo de troca ou caridade. Só há três regras, os produtos anunciados devem ser grátis, legais e apropriados para todas as idades.
Quem teve a ideia foi o ativista ambiental Deron Beal, da ONG RISE. O objetivo da iniciativa é poupar os recursos naturais e diminuir a quantidade de objetos descartados nos aterros. As transações acontecem através de uma lista de emails, para participar, basta se cadastrar no site e entrar em um grupo. A rede está presente 85 países, se quiser conhecer os brasileiros no projeto, clique aqui.
Na Sorria* 7, página 28, publicamos de forma errada o nome da entrevistada que abre a seção Crescer. Seu nome é Neuza Guerreiro de Carvalho. Aliás, para quem quiser acessar o blog da Vovó Neuza, o endereço é: http://vovoneuza.blogspot.com