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Flash dance

9 de julho de 2009

Daniela Toviansky

“No fim do dia, mesmo morto de cansaço, tenso do trabalho, aprendi a ligar o iPod nas caixas de som da sala e dançar pelos quatro cantos da casa. Pelos meus poros, entra a música e saem os problemas .”

Décio Di Giorgi, 33 anos, São Paulo, SP

Para saber o que mais pessoas aprenderam, acesse o blog O que aprendi. Para contar uma lição importante que você aprendeu, clique aqui e nos mande um e-mail.


Foto: Daniela Toviansky

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Categoria O que aprendi

As vidas de João

9 de julho de 2009

© divulgação

Quando foi convocado para uma pelada com a Portuguesa paulistana, seu time do coração, João Carlos Martins aceitou. A Lusa estava de passagem por Nova York, onde morava. Durante o jogo, no verão de 1966, uma pedrinha resvalou do chão e foi cravar no braço do pianista. Cortou um nervo, e os movimentos da mão direita endureceram. Um ano de fisioterapia. Quando voltou aos palcos, um respeitado crítico americano escreveu que João não era mais o mesmo. “Tinha razão. Eu não estava concentrado na música, mas nas minhas limitações”.

Foi sua primeira morte. Arrasado, João vendeu os pianos, anunciou o fim da carreira e virou treinador de boxe. Se não podia ser o grande Martins, não queria mais saber da música. Só que João descobriu que doía mais ficar longe do palco que aceitar sua nova condição — e decidiu enfrentar o piano, mesmo com limitações. Depois de sete anos de reflexão, treinos exaustivos e tratamentos intermináveis, ele reestreou. Para surpresa geral, havia superado não só a lesão, como o próprio talento: o músico que voltava, mais maduro, era ainda melhor do que o perdido naquele jogo de futebol.

João renasceu. Aclamado como um dos melhores intérpretes do compositor alemão Johann Sebastian Bach que o mundo já havia visto, tornou-se o primeiro artista erudito latino-americano a receber um disco de ouro nos Estados Unidos. Viajou o mundo se apresentando, conviveu com as maiores figuras do seu tempo, fez fama e fortuna. Poderia ser o final feliz — mas a história ainda teria outras reviravoltas.

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Categoria Da redação

Não se reprima

8 de julho de 2009

Cantar é o jeito de expressar coisas que, ditas em prosa, não soam do mesmo jeito. Vem daí a vontade de entoar aquela música pra alguém, a certeza de que a canção foi feita pra você ou o poder de um simples refrão resumir um turbilhão de sentimentos inexplicáveis. Um velho ditado inglês já dizia: para ser honesto, cante. Soltar a voz é instintivo. Como tal, pode até ser reprimido – mas que está aí dentro de você, ah, está. É de tempos imemoráveis que colocamos ritmo na voz, transformamos emoção em melodia, fazemos versos de preces. E faz bem, tão bem: pesquisas mostram que, ao cantar com prazer, fortalecemos o sistema imunológico, diminuímos os hormônios do estresse e aumentamos os do bem-estar. Na atenção ao canto, aprendemos a ouvir o corpo. Respiramos melhor, a postura se acerta, as emoções se soltam. Pode ser num coral ou no karaokê, dirigindo, no banho, acompanhando o disco. A voz não nasce técnica – é a força que brota e se espalha por todos os cantos. Deixe sair.

Publicado originalmente na Sorria* 2

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Categoria Descobrir

Baila comigo

7 de julho de 2009

Daniela Toviansky

texto Adriana Corrêa
fotos Daniela Toviansky

Não importa o estilo, a idade ou o lugar. Nem mesmo se você leva jeito. A dança é democrática – basta gostar. Conheça a história (e os prazeres) de gente que acertou o passo e inspire-se a se soltar também

Vale tudo. Assim filosofou Tim Maia sobre os bailes de sua época, aqueles em que “quem não dança segura a criança”. Dançar era então obrigação, cantava o síndico. Esses bons tempos estão sendo deixados pra trás, acredita o coreógrafo e educador corporal Ivaldo Bertazzo. “Antigamente, dançar era o programa. Hoje, as pessoas se arrumam e vão para as festas comer e beber”, repara. “Além disso, de tanto trabalhar sentadas, vão se descoordenando. Perdem as referências do corpo e viram um cabeção imenso.”

Ivaldo tem como missão desmistificar a dança e retomar a idéia de que essa celebração do corpo é instintiva para gente de qualquer idade ou sexo. E também funciona como um belo exercício: dá coordenação motora e espacial, fortalece os músculos, melhora a postura, a saúde cardiovascular, o sono e até a relação sexual. Fomos ver isso na prática. Em academias, salões, palcos e ruas, descobrimos gente que não tem vergonha de se divertir. Inspire-se nessas histórias, aumente o som e crie seus passos. Vale tudo!

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Categoria Da redação

Barulhinho bom

7 de julho de 2009

texto Dilson Branco e Sibélia Zanon

A ciência comprova: música não é só um prazer para a alma, mas também um tratamento eficaz contra os males do corpo

Acontece a toda hora no cinema e na televisão. Depois da desilusão amorosa, vem a trilha sonora, alta e emocionante, ajudando a mocinha a exorcizar sua dor. Na vida real, não é diferente: quem nunca apelou às músicas preferidas para curar um coração partido? Pois o que roteiristas e rejeitados já sabem há muito tempo,a ciência vem comprovando: a música é uma excelente terapia para aliviar o sofrimento – e, de quebra, traz muitos outros benefícios para
a saúde.

Para ser mais preciso: ouvir música reduz 21% da dor crônica e alivia a depressão em até 25%. Esses são os principais resultados de uma pesquisa publicada em 2006 pelo Journal of Advanced Nursing, do Reino Unido. Os 60 participantes do experimento eram pacientes que sofriam havia anos de males como artrite e problemas na coluna. Durante uma semana, eles foram convidados a escutar uma hora diária de música. Parte dos voluntários pôde escolher as próprias canções, enquanto o outro grupo escutou trilhas selecionadas pelos especialistas. Os resultados de ambos foram muito parecidos. Além de relatar alívio dos sintomas, os pacientes afirmaram que se sentiram mais fortes e dispostos com a música.

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Categoria Da redação

Herança de infância

6 de julho de 2009

http://revistasorria.com.br/oqueaprendi/2009/06/heranca-de-infancia/

“Não lembro quem me ensinou, mas vejo como foi importante ter aprendido a fazer e soltar pipas, rodar pião, jogar bolinha de gude. Pude ensinar ao meu filho, de 10 anos. Essas brincadeiras simples, divertidas, que não se fazem mais, nos aproximam muito.”

Hermano Oliveira, 59 anos, São Paulo, SP

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Categoria O que aprendi

Cheios de graça

5 de julho de 2009

http://theanimalblog.tumblr.com/

Gosta de animais e fica todo derretido quando vê um bichinho? Então você vai curtir The Animal Blog. Todo dia tem uma foto nova com um bicho - são imagens fofas, engraças ou, simplesmente, bonitas.

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Categoria Da redação, Notas

Cegonhas sem fronteiras

4 de julho de 2009

Partly Cloud

Partly Cloudy é um curta da Pixar, dirigido por Peter Sohn e passa nos cinemas antes do filme Up - Altas Aventuras. A animação é fofíssima e mostra a história de uma nuvem cinzenta sem talento para criar bichinhos dóceis. Quem sofre é sua fiel cegonha, que tem a missão de entregar os filhotes aos pais. Obstinada, ela se mantém firme em sua missão e não perde o ânimo.

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Categoria Da redação

Torta de palmito

4 de julho de 2009

Em respeito a todos os bichos deste blog, separamos uma receita vegetariana. A chef Renata Octaviani ensina a fazer uma torta de palmito sem usar carnes, leite ou ovos. O prato leva muitos ingredientes, mas é fácil de preparar e foge daquele mito “vegetariano come
só salada”.

http://www.vegvida.com.br/

Recheio:
• 2 cebolas picadas
• 1 colher (sobremesa) óleo ou azeite
• 1 folha de louro
•1 cenoura em cubinhos
•2 tomates picados
•1 vidro de palmito em conserva (300g, drenado)
•1 lata de ervilha em conserva ou cozida no vapor (200g, drenada)
•1/2 xícara (chá) água
•1 colher (chá) de amido de milho
•1/2 colher (café) de pimenta do reino
•1/2 colher (café) de páprica picante
•1 colher (café) de orégano
•1 colher (café) de sal

Massa:
•1 e 1/2 xícara (chá) farinha integral
•1 e 1/2 xícara (chá) farinha branca
•1 e 1/2 colher (chá) de fermento químico em pó ou bicarbonato de sódio
•1 colher (chá) de sal
•5 colheres (sopa) de azeite de oliva ou óleo
•1 e 1/3 xícara de água quente.

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Categoria Da redação

Papier Maché

3 de julho de 2009

papiermache

Falta espaço em casa? Falta tempo para cuidar de um bichinho? A solução é fazer um bichinho de papier maché para alegrar sua vida!

Você precisa de:
> Um rolo de papel higiênico
> Uma bacia com água
> Uma peneira
> 200 g de cola branca
> 2 1/2 colheres de sopa de gesso comum
> 1 colher de sopa de gesso de secagem
rápida
> 2 colheres de sopa de farinha de trigo
> 1 colher de sopa de vinagre
> Massa corrida e tinta acrílica

como fazer

Como fazer
1. Pique o papel e o coloque na bacia.
2. Despeje água e deixe de molho, ao menos por 30 minutos, até amolecer.
3. Despeje a massa numa peneira e esprema até sair todo o excesso de água. Esfarele a massa e a espalhe na bacia.
4. Acrescente a cola, o vinagre, o gesso de secagem rápida, o gesso comum e a farinha.
5. Misture bem com as mãos até conseguir uma massa homogênea.
6. Use a criatividade para modelar. Uma flor é fácil de fazer e fica linda num vaso, com haste comprida. Ou uma fruteira – você pode utilizar uma vasilha como molde.

+ Depois você pode aplicar uma camada fina de massa corrida e lixar, para daí pintar com tinta acrílica. Uma camada final de cola branca ou verniz conserva melhor. E a massa de papel pode ser guardada por dois meses, num pote plástico com tampa, na geladeira, esperando a inspiração bater.

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Categoria Brincar!, Da redação

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