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	<title>Revista Sorria* - Blog</title>
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	<description>Blog da revista Sorria*</description>
	<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:11:30 +0000</pubDate>
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		<title>Sorria na Veja</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 15:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Acaba de ser publicada no site da revista Veja uma entrevista em vídeo com a editora-chefe da Sorria, Roberta Faria. Em três blocos de cerca de 6 minutos cada, Roberta fala ao jornalista Augusto Nunes como surgiu a Sorria, porque a revista tem feito tanto sucesso, qual foi a reportagem com maior repercussão nesses dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acaba de ser publicada no <a href="http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/" target="_blank">site da revista <em>Veja</em></a> uma entrevista em vídeo com a editora-chefe da <em>Sorria</em>, Roberta Faria. Em três blocos de cerca de 6 minutos cada, Roberta fala ao jornalista Augusto Nunes como surgiu a <em>Sorria</em>, porque a revista tem feito tanto sucesso, qual foi a reportagem com maior repercussão nesses dois anos e como tem sido o retorno dos leitores. Confira!</p>
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<p><span id="more-1756"></span></p>
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		<title>O homem de 5.000 amigos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 15:44:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Chaves da Cidade]]></category>

		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Foto: J. Freitas/ABr
Falecido neste fim de semana, aos 95 anos, o empresário e bibliófilo José Mindlin foi um dos entrevistados da matéria &#8220;Prazer de mão em mão&#8221;, publicada na seção Conviver da Sorria nº 6. Em sua homenagem, republicamos o texto, que fala sobre o prazer da leitura. Confira!
Prazer de mão em mão
Se você está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/03/mindlin.jpg" alt="" /><br />
<em>Foto: J. Freitas/ABr</em></p>
<p>Falecido neste fim de semana, aos 95 anos, o empresário e bibliófilo José Mindlin foi um dos entrevistados da matéria &#8220;Prazer de mão em mão&#8221;, publicada na seção Conviver da <em>Sorria</em> nº 6. Em sua homenagem, republicamos o texto, que fala sobre o prazer da leitura. Confira!</p>
<p><strong>Prazer de mão em mão</strong></p>
<p><em>Se você está aí procurando alguma coisa nessas letrinhas, já deve saber: ler é uma delícia. Tão bom que dá vontade de passar o hábito adiante. Conheça histórias de quem se apaixonou pela leitura – e, agora, compartilha esse amor<br />
</em></p>
<p style="text-align: right;">Por Simone Cunha</p>
<p>Em 94 anos de vida, o empresário José Mindlin colecionou 5.000 amigos. Cada um deles contribuiu para que os dias de José fossem mais intensamente vividos, divertidos, emocionantes, coloridos. Eles contaram histórias inacreditáveis, o levaram a lugares sobre os quais ele nunca havia ouvido falar, explicaram coisas que ele sempre quis saber, inspiraram idéias geniais, o fizeram rir, chorar, refletir, descobrir quem ele era, ter vontade de ser alguém novo&#8230; e conhecer mais e mais amigos. Sempre que sente saudade de algum, José não precisa telefonar, mandar carta, atravessar a cidade. Basta ir até sua biblioteca particular, em cujas prateleiras seus 5.000 amigos estão devidamente acomodados.</p>
<p>“Livros são amigos silenciosos que estão sempre prontos para serem abertos, não reclamam de terem sido esquecidos durante dezenas de anos, e, quando a gente pega, fica espantado de não ter feito isso antes, tamanho é o prazer”, compara José. Sempre que pode, ele anda com um livro na mão. Quando surge uma folga, pára e mergulha no mundo que as letras têm a lhe oferecer. Desde pequeno é assim. José começou a ler estimulado pelo hábito dos pais. Seu primeiro amigo de papel foi o Tico-Tico, revista de quadrinhos pioneira no Brasil. Conforme foi amadurecendo, o interesse se estendeu a obras mais complexas. Naturalmente, sem obrigação, como ele acha que deve ser. “A leitura é um mundo de liberdade intelectual. Cada um vai escolher seus temas preferidos. Você tem de ler o que te atrai”, diz.</p>
<p><span id="more-1745"></span></p>
<p>Barbara Duraes de Oliveira, de 10 anos, sente-se atraída por contos de fada e outras tramas em que desejos impossíveis se realizam – como uma boneca de pano falar. Aos 6 anos, ela entrou numa biblioteca pela primeira vez, acompanhada do pai e dos irmãos. “No começo, ficava brava porque minha irmã lia bem e eu ainda estava aprendendo. Meu pai dizia para eu ter paciência. Hoje, nós duas devoramos os livros”, conta. Nos últimos quatro anos, ela se tornou freqüentadora da mais antiga biblioteca infantil do país, em São Paulo, e apaixonou-se pela obra do escritor que dá nome à casa: Monteiro Lobato. Barbara gosta tanto do Sítio do Pica-Pau Amarelo que encena as histórias num grupinho de teatro. “Eu sou a Tia Anastácia”, orgulha-se.</p>
<p>E não é só representando que Barbara compartilha com outros seu prazer pelas histórias. Recentemente, ela adquiriu outro hábito: ler para os outros. Numa tarde dessas, passeando por uma praça com um livro debaixo do braço, fez um amigo boliviano. “Ele não sabia muito bem português. Eu lia, ele perguntava o que significava, eu explicava e ele foi aprendendo”, conta. Contando com gosto as histórias que ama, Barbara incentiva outros a se apaixonar também.</p>
<p>A aposentada Sonia Cervi, de 58 anos, não tem a paciência dessa menininha, mas também adora compartilhar seus livros. Sempre fez doações a bibliotecas e trocas em sebos, e em maio de 2008 conheceu uma nova modalidade: o bookcrossing. Nascido nos Estados Unidos, em 2001, esse movimento se baseia na seguinte prática: o abandono intencional de livros em lugares públicos, para que outras pessoas os achem, leiam e passem adiante. Na internet (www.bookcrossing.com) é possível saber em que locais do mundo foram vistos pela última vez os 5 milhões de livros cadastrados no sistema. Quem encontra deve avisar e informar onde deixará a obra depois de ler. Em sete meses, Sonia já abandonou 200 livros por aí. “O mais importante é alguém ler o livro. Se você souber que ele chegou a uma pessoa e ela leu, valeu a pena.”</p>
<p>Quem sabe bem como é essa sensação é o pessoal da Expedição Vaga Lume, associação sem fins lucrativos sediada em São Paulo que, desde 2001, se dedica a montar bibliotecas em comunidades rurais da região amazônica. Nesses sete anos, já foram erguidas 127. “Queremos mostrar que o livro não precisa ser algo quieto, individual, mas um objeto que pode ser usado junto, se divertindo”, diz a educadora do projeto, Joana Arari. Para isso, eles não só levam os livros como organizam animadas leituras coletivas, conquistando crianças e adultos que muitas vezes nem imaginavam como ler podia ser divertido.</p>
<p>José Mindlin também já descobriu que o hábito é contagioso. E que às vezes nem é preciso muito esforço para passá-lo adiante. Foi assim com sua faxineira: “A Maria Dulce era muito rápida para limpar a biblioteca, porque não se interessava pelos livros. De repente, começou a perceber o que tinha nas mãos. Abria, folheava, lia. Passou a demorar três vezes mais tempo. Se achei ruim? Perder alguém para os livros é a melhor coisa que pode acontecer”.</p>
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		<title>Novo site leva informação e interação aos deficientes</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 20:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brincar!]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Pedro Zambarda
Suprir a falta de sites adaptados aos deficientes. Esta é a principal proposta do portal Vida Mais Livre, lançado hoje em São Paulo. O conteúdo do site é formado principalmente por notícias, textos de colunistas e reportagens especiais sobre acessibilidade e demais questões que interessam diretamente aos deficientes.
Vários cuidados foram tomados para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vidamaislivre.com.br/perfil/perfil.php?id=309&amp;/pedaladas_iluminadas" target="_blank"><em><img class="size-full wp-image-1736 alignnone" title="screen-shot-2010-02-24-at-54111-pm" src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/02/screen-shot-2010-02-24-at-54111-pm.png" alt="screen-shot-2010-02-24-at-54111-pm" width="600" height="337" /></em></a></p>
<p style="text-align: right;"><em>Por Pedro Zambarda</em></p>
<p>Suprir a falta de sites adaptados aos deficientes. Esta é a principal proposta do portal <a href="http://www.vidamaislivre.com.br" target="_blank">Vida Mais Livre</a>, lançado hoje em São Paulo. O conteúdo do site é formado principalmente por notícias, textos de colunistas e reportagens especiais sobre acessibilidade e demais questões que interessam diretamente aos deficientes.</p>
<p>Vários cuidados foram tomados para que todos possam acessar o portal. O Vida Mais Livre é adaptado ao uso dos programas leitores de tela, que permitem aos deficientes visuais ouvir os conteúdos publicados por escrito na internet, por meio de um sintetizador de voz. Pensando nos deficientes auditivos, a equipe do site só publica vídeos com legendas e transcreve os arquivos de áudio. Há também recursos de zoom de tipografia e contraste de cores, para pessoas com dificuldade de leitura e daltônicos.</p>
<p>Além disso, o site convida os visitantes a interagir. &#8220;Todos podem colaborar com o Vida Mais Livre. O conteúdo é pronto para o compartilhamento e as pessoas podem contar suas experiências pessoais&#8221;, afirma Simone Freire, diretora da Espiral Interativa, agência criadora do site. &#8220;Há também a seção Flagra, na qual o visitante pode enviar, por exemplo, um vídeo de uma pessoa estacionando em uma vaga para deficientes, entre outras irregularidades&#8221;, completa Simone.</p>
<p><span id="more-1735"></span></p>
<p>O portal conta com o apoio do <a href="http://institutomaragabrilli.org.br/" target="_blank">Instituto Mara Gabrilli</a>, voltado à melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência. A fundadora do instituto, Mara Gabrilli, destacou a importância de iniciativas como o Vida Mais Livre: &#8220;Quanto mais gente tem informação, mais temos estímulo ao crescimento individual. Não adianta só ficar colocando rampas e arquiteturas acessíveis. Aquilo de que mais precisamos é, na verdade, subjetivo&#8221;.</p>
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		<title>Sorria 12 já nas lojas!</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 20:07:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Acaba de chegar às filiais da Droga Raia a nova edição da Sorria! Desta vez, a matéria de capa é sobre o acaso. Por meio de três histórias emocionantes, mostramos como pode ser edificante ter nossas vidas continuamente transformadas por fatores imprevisíveis e incontroláveis.
Na seção Descobrir, você confere textos sobre o impossível, bicicleta, filhotes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/02/sorria12_capa2.jpg" alt="" /></p>
<p>Acaba de chegar às filiais da Droga Raia a nova edição da <em>Sorria</em>! Desta vez, a matéria de capa é sobre o acaso. Por meio de três histórias emocionantes, mostramos como pode ser edificante ter nossas vidas continuamente transformadas por fatores imprevisíveis e incontroláveis.</p>
<p>Na seção Descobrir, você confere textos sobre o impossível, bicicleta, filhotes e canto de passarinho. Karen Worcman, criadora do Museu da Pessoa, que reúne milhares de histórias de vida de pessoas comuns, é a entrevistada desta edição. Em seguida, a seção Cuidar traz uma matéria sobre como faz bem conhecermos a cidade e o bairro em que moramos.</p>
<p>Na seção Conviver, você confere relatos de pessoas como Claudiléia Marques: ela não tinha companhia para realizar o velho sonho de aprender dança de salão. Em vez de desistir do objetivo, venceu a vergonha e se matriculou sozinha numa escola especializada no assunto.</p>
<p>Na página 32, a seção Amar traz uma série de ironias do destino. Histórias como a de Carlos Lima e Valmir Gonçalves, que só após cinco anos trabalhando juntos descobriram ser amigos de infância.</p>
<p><span id="more-1729"></span></p>
<p>Seguindo em frente, você confere a importância de conhecer os primeiros socorros. Sem eles, o engenheiro Jorge Passos não teria vivido um dos momentos mais importantes da sua vida.</p>
<p>Em Movimentar, contamos as histórias de três praticantes de esportes que exigem muita mira. Em seguida, as dicas culturais celebram a liberdade por meio de livros, filmes e músicas.</p>
<p>Para fazer em casa, duas dicas imperdíveis: picolés caseiros e um mini-planetário! Por fim, você conhece a história de Bira Macedo, voluntário do GRAACC que gosta de agir só nos bastidores.</p>
<p>Ao ler <em>Sorria</em>, além de aprender e se divertir, você ajuda na cura do câncer infantil. Isso porque os R$ 2,50 que você paga pela revista, descontados os impostos, são 100% revertidos ao GRAACC. Funciona mesmo: já doamos mais de R$ 3,1 milhões!</p>
<p>Para participar, basta passar em uma das mais de 290 filiais da Droga Raia nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná ou Rio Grande do Sul e adquirir seu exemplar. Você também pode comprar <a href="http://www.drogaraia.com.br/RaiaEcommWeb/" target="_blank">aqui na internet</a>.</p>
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		<title>Sorria no TEDx São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 22:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Como uma revista que não segue nenhuma das regras tradicionais do mercado se transformou em uma das maiores publicações do país? Este é o enigma que a diretora editorial da Editora MOL, Roberta Faria, desvenda no mais recente vídeo publicado no site do TEDx São Paulo. Clique aqui para assistir.
O TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/44758394@N07/4115522353/" target="_blank"><img src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/02/robertanotedxsp.jpg" alt="" /></a></p>
<p>Como uma revista que não segue nenhuma das regras tradicionais do mercado se transformou em uma das maiores publicações do país? Este é o enigma que a diretora editorial da Editora MOL, Roberta Faria, desvenda no mais recente vídeo publicado no site do TEDx São Paulo. <a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br/roberta-faria/" target="_blank">Clique aqui</a> para assistir.</p>
<p>O TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) é um evento anual que reúne personalidades de várias áreas, como escritores, cientistas, filósofos e artistas, com o objetivo de discutir e divulgar ideias que possam mudar o mundo. Acontece desde 1984, na Califórnia. Muitos dos assuntos que depois seriam capas de revistas e temas de best-sellers foram conversados primeiro lá. Bill Clinton, Bill Gates, Bono Vox e Stephen Hawking são alguns dos nomes que já participaram dos encontros. Os mil lugares disponíveis na plateia esgotam-se um ano antes.</p>
<p>No <a href="http://www.ted.com" target="_blank">site oficial</a>, pode-se assistir a cerca de 500 palestras, inclusive <a href="http://www.ted.com/translate/languages/por_br" target="_blank">legendadas em português</a>. Mais de 50 milhões de pessoas de 150 países já acessaram a página.</p>
<p><span id="more-1711"></span></p>
<p>A organização do evento estimula que conferências no mesmo formato sejam realizadas de forma independente ao redor do mundo. Elas são chamadas de TEDx. O primeiro TEDx de São Paulo aconteceu em 14 de novembro do ano passado. Para discutir o tema &#8220;O que o Brasil tem a oferecer ao mundo hoje?&#8221;, foram chamadas personalidades como Fabio Barbosa, presidente do grupo Santander Brasil, Ronaldo Lemos, diretor do Creative Commons Brasil, e Guti Fraga, idealizador do projeto Nós do Morro.</p>
<p>Para nosso imenso orgulho, a <em>Sorria</em> foi uma das 30 convidadas a compartilhar suas ideias. Em pouco mais de 10 minutos, explicamos nosso inovador modelo multiplicador de revista social, mostrando como ele pode ser replicado. <a href="http://www.tedxsaopaulo.com.br/roberta-faria/" target="_blank">Veja como foi!</a></p>
<p>Assista, conheça, comente, compartilhe!</p>
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		<title>Tecnologia para o bem do planeta</title>
		<link>http://revistasorria.com.br/blog_sorria/2010/01/23/tecnologia-para-o-bem-do-planeta/</link>
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		<pubDate>Sat, 23 Jan 2010 09:40:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Da redação]]></category>

		<category><![CDATA[gadget]]></category>

		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pedro Zambarda
Designers de todo o mundo têm deixado a imaginação voar para conceber equipamentos que possam contribuir com a natureza. Recentemente, o site Treehugger listou os melhores projetos desse tipo idealizados no ano passado. Ainda não é possível encontrar nenhum deles para vender, mas os protótipos já dão uma ideia do que o futuro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Pedro Zambarda</em></p>
<p>Designers de todo o mundo têm deixado a imaginação voar para conceber equipamentos que possam contribuir com a natureza. Recentemente, o site <a href="http://www.treehugger.com" target="_blank">Treehugger</a> listou os melhores projetos desse tipo idealizados no ano passado. Ainda não é possível encontrar nenhum deles para vender, mas os protótipos já dão uma ideia do que o futuro pode nos reservar. Confira uma seleção.</p>
<p><a href="http://www.ecofriend.org/entry/eco-gadgets-watcleaner-makes-sure-that-garbage-doesn-t-make-freshwater-non-potable/" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1698" title="garirobo" src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/01/garirobo.jpg" alt="garirobo" width="254" height="175" /></a><br />
<strong>Gari marítimo</strong><br />
Um robô para limpar os oceanos. Essa é a ideia do designer chinês Ye Yao. O equipamento seria capaz de se locomover sobre a água, identificando, por meio de sensores, lixo e manchas de óleo. Os dejetos seriam sugados, decompostos e armazenados. Periodicamente, uma equipe de técnicos esvaziaria seu compartimento de resíduos. Ah, importante: o robozinho também seria capaz de diferenciar lixo de peixes, para não sair sugando cardumes mar afora.</p>
<p><a href="http://www.designboom.com/contest/view.php?contest_pk=28&amp;item_pk=33866&amp;p=1" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1701" title="gadget3" src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/01/gadget3.jpg" alt="gadget3" width="269" height="219" /></a><br />
<strong>Luz própria</strong><br />
Ao ir pra frente e para trás numa cadeira de balanço, você gera energia. Por que não aproveitá-la para alimentar a lâmpada do abajur? É exatamente isso que o designer norte-americano Rochus Jacob propõe. O protótipo é ecológico, econômico e, segundo o pessoal do site Treehugger, confortável.</p>
<p><span id="more-1697"></span></p>
<p><a href="http://www.treehugger.com/galleries/2009/12/best-green-tech-concept-gadgets-of-2009.php?page=7" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1699" title="gadget1" src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/01/gadget1.jpg" alt="gadget1" width="273" height="204" /></a><br />
<strong>Energia animal</strong><br />
Buscando uma forma alternativa de geração de energia, os designers britânicos James Auger e Jimmy Loizeau chegaram a uma solução bastante curiosa – e até um pouco nojenta. O protótipo que aparece na imagem acima é um relógio que se alimenta de moscas, capturadas pela esteira adesiva posicionada sobre ele. Outra ideia da dupla é uma armadilha elétrica para ratos que não só captura, mas também decompõe suas vítimas e, deste processo, retira a energia de que precisa para funcionar. O estranho é que a ratoeira vem acoplada a uma mesa de centro! Quem quer digerir ratos no meio da sala de estar?</p>
<p><a href="http://www.treehugger.com/galleries/2009/12/best-green-tech-concept-gadgets-of-2009.php?page=10" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1700" title="gadget2" src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/01/gadget2.jpg" alt="gadget2" width="259" height="173" /></a><br />
<strong>Celular solar</strong><br />
Ideia simples e eficaz: uma bateria solar, como as que já são usadas em calculadoras, seria acoplada ao telefone celular. Na hora de recarregar o equipamento, em vez de ligá-lo no tomada, bastaria deixá-lo exposto à luz natural. Para facilitar a tarefa, o telefone seria maleável, feito de silicone, e capaz de se prender, via sucção, no vidro de qualquer janela. A autoria do projeto é de Liu Hsiang-Ling.</p>
<p><a href="http://www.treehugger.com/galleries/2009/12/best-green-tech-concept-gadgets-of-2009.php?page=12" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1702" title="gadget4" src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/01/gadget4.jpg" alt="gadget4" width="275" height="192" /></a><br />
<strong>Medidor do ar</strong><br />
Típico gadget para áreas urbanas. Um dispositivo com sensores de captação de ar acende luzes de diferentes cores: branco para condições normais de respiração, verde para ar limpo e vermelho para lugares poluídos. Projetado por Yasuhiro Akama, o aparelho seria capaz de enviar as informações para uma rede de pesquisas, que mapearia a qualidade do ar em diversas partes do mundo.</p>
<p>Para conferir a lista completa, em inglês, clique <a href="http://www.treehugger.com/galleries/2009/12/best-green-tech-concept-gadgets-of-2009.php" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>E você? Tem alguma ideia de invenção ecológica? Deixe um comentário contando como ela funcionaria!</p>
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		<title>Internet contra as enchentes</title>
		<link>http://revistasorria.com.br/blog_sorria/2010/01/22/internet-contra-as-enchentes/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 16:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Brincar!]]></category>

		<category><![CDATA[Da redação]]></category>

		<category><![CDATA[Descobrir]]></category>

		<category><![CDATA[blog]]></category>

		<category><![CDATA[doação]]></category>

		<category><![CDATA[internet]]></category>

		<category><![CDATA[projeto enchentes]]></category>

		<category><![CDATA[site]]></category>

		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>

		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[por Pedro Zambarda
Fazer alguma coisa para ajudar as vítimas das chuvas. Esse foi o impulso que a escritora e blogueira Cristiana Soares teve ao assistir na TV o desastre de Angra dos Reis (RJ), na virada do ano. O resultado é o site Projeto Enchentes, que reúne notícias e informações sobre pontos de doação, serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>por Pedro Zambarda</em></p>
<p>Fazer alguma coisa para ajudar as vítimas das chuvas. Esse foi o impulso que a escritora e blogueira Cristiana Soares teve ao assistir na TV o desastre de Angra dos Reis (RJ), na virada do ano. O resultado é o site <strong><a href="http://projetoenchentes.radioramabrasil.com/" target="_blank">Projeto Enchentes</a></strong>, que reúne notícias e informações sobre pontos de doação, serviços de emergência e locais em perigo em várias partes do país.<br />
<a href="http://projetoenchentes.radioramabrasil.com/" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1690 alignnone" title="projetoenchentes" src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/01/projetoenchentes.jpg" alt="projetoenchentes" width="596" height="511" /></a><br />
<em>Projeto Enchentes: site que reúne serviços, doações e tem um Google Maps de áreas de risco</em></p>
<p>No início de janeiro, ao ver os efeitos dos temporais e perceber que estava a salvo no conforto da sua casa, Cristiana decidiu agir. Mas não sabia exatamente o que fazer. Então lançou a discussão no Twitter. &#8220;Aí veio o mais legal: a reação das pessoas foi muito além do que eu imaginava&#8221;, conta. Logo surgiram várias sugestões e gente se propondo a ajudar.</p>
<p>Um dos voluntários da causa é o funcionário público Henrique Brandão, de 44 anos. Ele se dedicou a criar a principal ferramenta do site: um mapa do Brasil no qual qualquer usuário pode consultar e apontar informações sobre pontos de coleta de doações, áreas de inundação, deslizamentos, rotas alternativas e locais de abrigo.</p>
<p><span id="more-1689"></span></p>
<p>O site conta ainda com telefones da Defesa Civil e reportagens feitas por colaboradores voluntários. Quer contribuir par a projeto? Entre em contato com a Cristiana, via <a href="mailto:cristiana.sr@gmail.com" target="_blank">e-mail</a> ou Twitter (<a href="http://twitter.com/cristalk" target="_blank">@cristalk</a>).</p>
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		<title>Ajude a ajudar</title>
		<link>http://revistasorria.com.br/blog_sorria/2010/01/21/ajude-a-ajudar/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 19:32:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A CARE, uma das maiores ONGs do mundo, dedicada à luta contra a pobreza em mais de 70 países, está pedindo ajuda para ampliar sua atuação no Haiti. A ONG já distribuiu 60 mil refeições, 5 mil kits de higiene e saúde e 60 mil sachês de purificação de água, atingindo 12 mil pessoas. Durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.care.org.br/" target="_blank">CARE</a>, uma das maiores ONGs do mundo, dedicada à luta contra a pobreza em mais de 70 países, está pedindo ajuda para ampliar sua atuação no Haiti. A ONG já distribuiu 60 mil refeições, 5 mil kits de higiene e saúde e 60 mil sachês de purificação de água, atingindo 12 mil pessoas. Durante os  próximos três anos, o plano é ajudar a reconstruir o país e seguir combatendo a miséria.</p>
<p>Para fazer uma doação, deposite qualquer quantia na seguinte conta:</p>
<p>CARE Internacional Brasil<br />
CNPJ: 04.180.646/0001-59<br />
Banco: 356 - Banco Real<br />
Agência: 0373<br />
Conta: 5756365-0</p>
<p>Segundo a ONG, 30 reais é o bastante para comprar 300 sachês de purificação de água, capazes de limpar líquido suficiente para ser usado por 1,5 mil pessoas em um dia. Com 50 reais, é possível comprar um kit com água e alimentos que garante cinco refeições para uma família. Já para comprar uma barraca para cinco pessoas e um galão de 10 litros de água, são necessários 180 reais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O peso e a leveza</title>
		<link>http://revistasorria.com.br/blog_sorria/2010/01/13/o-peso-e-a-leveza-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 17:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Vítima do terremoto que ontem atingiu o Haiti, Zilda Arns, a fundadora da Pastoral da Criança, foi nossa entrevistada na Sorria nº 7. Confira abaixo o texto na íntegra.

Zilda Arns desafia a pobreza e a morte. Preside a Pastoral da Criança. Foi indicada ao Nobel da Paz. Também se criou na zona rural, casou-se, teve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vítima do terremoto que ontem atingiu o Haiti, Zilda Arns, a fundadora da Pastoral da Criança, foi nossa entrevistada na <em>Sorria</em> nº 7. Confira abaixo o texto na íntegra.</p>
<p><img src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/01/zilda.jpg" alt="Zilda Arns" /></p>
<p><em>Zilda Arns desafia a pobreza e a morte. Preside a Pastoral da Criança. Foi indicada ao Nobel da Paz. Também se criou na zona rural, casou-se, teve cinco filhos. E como sonha&#8230;</em></p>
<p><em>Texto: Nina Weingrill<br />
Foto: Gilson Camargo<br />
</em></p>
<p>Zilda Arns gosta de combinar o tom do batom com a cor da blusa. Usa os cabelos louros alinhados. Em sua sala de trabalho, em Curitiba, uma poltrona a conforta em seu cochilo depois do almoço. O ar sereno contrasta com o turbilhão de tarefas do dia: telefonemas para o ministro da Saúde, papéis a assinar, uma premiação a receber. Mais uma, entre dezenas acumuladas nos quadros da antessala.<br />
Indicada ao Prêmio Nobel da Paz duas vezes, Zilda, aos 75 anos, é fundadora da Pastoral da Criança, braço social da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A organização mantém uma rede de 261 mil voluntários que ajudam mais de 1,8 milhão de crianças pobres a crescer saudáveis – apoio que pode fazer a diferença entre a vida e a morte. Nas 42 mil comunidades atendidas pela Pastoral, a mortalidade infantil caiu a 11 mortes a cada mil crianças nascidas vivas, enquanto a média nacional é de 21,2. Tudo com ações simples, como ensinar a fazer soro caseiro e dar orientações sobre alimentação e higiene para famílias esquecidas pelo mundo.<br />
Doutora Zilda Arns, médica, educadora, mãe – não, ela não é freira, como muitos pensam –, viveu para cuidar dos outros. Conheça a mulher que também ficou viúva cedo, criou cinco filhos e superou as crises de uma vida à frente de seu tempo.</p>
<p><strong>Você foi criada para ser educadora? </strong><br />
<strong>Zilda –</strong> Nasci em Forquilhinha, interior de Santa Catarina. Rural, sem luz nem posto de saúde. Mas tínhamos a melhor escola da região. Ser professor era a profissão mais importante para papai. Dos meus 12 irmãos, nove são professores.</p>
<p><span id="more-1673"></span></p>
<p><strong>E por que foi para medicina?</strong><br />
<strong>Zilda –</strong> Minha mãe era como uma agente de saúde da comunidade e eu adorava observar e ajudá-la. Como não tínhamos médico, ela curava doenças com remédios caseiros. Papai ia a cavalo visitar as famílias para ensinar como prevenir-se contra a varíola. Essas coisas formaram minha cabeça em volta da medicina. E tive certeza dessa vocação quando, com uns 10 anos, vi um filme sobre uma missionária que visitava pessoas com malária na Amazônia. Aquilo me tocou.</p>
<p><strong>E como era ser médica há 50 anos?</strong><br />
<strong>Zilda –</strong> Comecei a cursar medicina em 1953. Passei em 36º lugar entre 980 candidatos. Eram 6 mulheres e 114 homens. Um professor me reprovou no primeiro ano, bem eu, sempre das primeiras da sala. Ele dizia que era absurdo uma mulher cursar medicina. Mas virei pediatra, justo a matéria dele.</p>
<p><strong>E como ficava a vida doméstica?<br />
Zilda –</strong> Eu pensava que era melhor nem casar. Como cuidar dos filhos e da profissão? Daí comecei a namorar meu marido e ele me tirou o medo. Tive cinco filhos, trabalhando todo o dia. Como no bairro, em Curitiba, não havia médico, minha casa era um pronto-socorro.</p>
<p><strong>Como foi parar na saúde pública?<br />
Zilda –</strong> Sempre trabalhei em hospitais públicos e postos de saúde. Quando, em 1978, a Organização Mundial de Saúde ordenou que se descentralizassem os postos de saúde, levando o atendimento para a periferia, o governo do Paraná me convocou. Trabalhei um ano como pediatra em duas periferias de Curitiba e fui promovida a diretora do posto.</p>
<p><strong>O cargo não assustou?<br />
Zilda – </strong>Quase não aceitei, pelos filhos. Mas eu tinha duas empregadas. Sempre estava em casa para almoçar, e à noite eu e meu marido não saíamos. As crianças eram prioridade. Mas, nesse mesmo ano, 1978, meu marido faleceu. Meu filho mais velho tinha 14 anos e o menor, 4. Fiquei um tempo afastada, mas senti falta do trabalho. Acabei indo para o planejamento da Secretaria de Saúde.</p>
<p><strong>Foi lá que a senhora começou a conciliar saúde e educação?<br />
Zilda –</strong> Quanto mais baixa a escolaridade da mãe, maior a mortalidade infantil. Então, todo profissional tem de ser também educador. Em 2009 completo 50 anos como médica, mas atuei mais na educação do que na medicina. Sem educação, trava-se uma luta pela sobrevivência, não para se desenvolver.<br />
<strong><br />
Como surgiu a Pastoral da Criança?<br />
Zilda –</strong> Em 1983, o arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns, meu irmão, me ligou dizendo que a Unicef pedira ajuda para ensinar as mães a fazer o soro oral, considerado o maior avanço da medicina do século passado (também conhecido como soro caseiro). A Pastoral nasceu daí, com a idéia de educar as pessoas para que elas passassem adiante o conhecimento básico de saúde, voltado para a prevenção.</p>
<p><strong>E como funcionava?<br />
Zilda –</strong> Escolhemos líderes voluntários, que eram treinados para ensinar às famílias sobre saúde da gestante, pré-natal, aleitamento, hidratação oral, vacinação e nutrição. Começamos em uma paróquia. Nós pesávamos as crianças, ensinávamos a fazer o soro e visitávamos famílias. Uma vez testado, escolhemos Floristópolis (PR), então o município com a maior taxa de mortalidade infantil do estado, para começar. Funcionou, e espalhamos o trabalho por outras dioceses.</p>
<p><strong>As ações da Pastoral são simples, o custo por criança é quase 1 real. O governo conseguiria fazer isso?<br />
Zilda –</strong> A maioria das pessoas assistidas era analfabeta, então as tarefas tinham de ser simples, fáceis de executar e replicar. Mas, como o trabalho da Pastoral é produzido por voluntariado, e o voluntário tem amor, não trabalha por obrigação, o projeto não funcionaria se fosse do governo. Ou se gastaria talvez três vezes mais. E nós já estamos em 17 países.</p>
<p><strong>O que você espera para o futuro?<br />
Zilda – </strong>A Pastoral atende hoje somente 20% das crianças pobres do Brasil. Tem de expandir. Têm de expandir também a educação e o amor fraterno. O bonito de tudo isso é a metodologia de formar redes de solidariedade nas comunidades. Ajudar é o que faz uma pessoa feliz.</p>
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		<title>Arrumando a casa</title>
		<link>http://revistasorria.com.br/blog_sorria/2010/01/06/arrumando-a-casa/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 16:07:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sorria*</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Ano novo, site novo! Estamos preparando uma nova página da Sorria na internet. Muitas novidades vêm por aí. Enquanto isso, porém, as atualizações serão menos frequentes. Mas você não perde por esperar. Aguarde e confie!
Um forte abraço de toda nossa equipe e feliz ano novo!
Foto: Laura Sobenes.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://revistasorria.com.br/blog_sorria/files/2010/01/img_6119-web.jpg" alt="" /></p>
<p>Ano novo, site novo! Estamos preparando uma nova página da <em>Sorria</em> na internet. Muitas novidades vêm por aí. Enquanto isso, porém, as atualizações serão menos frequentes. Mas você não perde por esperar. Aguarde e confie!</p>
<p>Um forte abraço de toda nossa equipe e feliz ano novo!</p>
<p><em>Foto: Laura Sobenes.</em></p>
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